NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL
FENPROF SOLICITA REUNIÕES AOS PARTIDOS POLÍTICOS
Com as eleições legislativas do passado dia 27 de Setembro foi criado um novo ciclo político cujo contexto, para a FENPROF, é favorável a que se estabeleça e desenvolva um mais profícuo diálogo social e político. Contribui, para que assim seja, o facto de nenhum partido, por si só, ter obtido uma maioria absoluta de deputados o que confere um novo protagonismo à Assembleia da República que fica, assim, mais responsabilizada e com capacidade acrescida de intervenção na definição das políticas para o país.
Na Legislatura que tem agora início, há problemas herdados, designadamente na Educação, que carecem de resolução, em muitos casos, urgente. Com os objectivos de debater as questões da Educação, actualizar o diagnóstico quanto ao seu estado, dar a conhecer os contributos e propostas que tem para que se caminhe no sentido da resolução dos problemas e, ainda, conhecer melhor as propostas e prioridades dos partidos políticos com representação parlamentar para a área da Educação, a FENPROF solicitou a realização de reuniões com todos: CDS/PP, PSD, PS, PEV, PCP e BE.
Logo que estejam constituídas, a FENPROF solicitará, igualmente, reuniões à equipa do Ministério da Educação, à equipa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, bem como à Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República.Na reunião agora solicitada aos partidos políticos será apresentada, pela FENPROF, a Carta Reivindicativa dos Professores e Educadores Portugueses, bem como as prioridades que se consideram indispensáveis para a acção, neste sector, no futuro próximo.
O Secretariado Nacional
Publicada por Anabela Magalhães
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
A vingança serve-se fria...
Depois de Sócrates ter hipotecado, de forma injustificada e demagógica, o sucesso da sua governação ao "desígnio" da avaliação do desempenho dos professores e tendo em conta que a inépcia, a arbitrariedade e a prepotência com que o ministério da Educação forjou os titulares e impôs o modelo de avaliação levou a que as coisas dessem para o torto e se tenham traduzido numa legislatura perdida em matéria de educação, o novo governo e o PS que, minoritariamente, o suporta puseram-se a jeito dos professores e dos partidos da oposição para serem constrangidos a enfiarem no saco as suas equivocadas bandeiras.
Mas, falar-se de “vingança” dos professores é manifestamente exagerado, pois, trata-se apenas da imprescindível reposição das condições de justiça, equidade e bom senso que medidas erráticas e absurdas haviam arruinado miseravelmente.
As iniciativas legislativas que os partidos da oposição irão protagonizar constituem uma tempestade necessária e que, ao contrário do que a notícia do Expresso deixa transparecer, tem duas frentes activas no imediato, ou seja, a suspensão do modelo de avaliação, mas também e sobretudo, a revogação da divisão da carreira.
O enfoque exclusivo na questão da avaliação não sei se corresponde a um afunilamento premeditado ou se resulta apenas de uma leitura distraída e redutora que o jornalista empreende dos compromissos que os partidos da oposição assumiram com os professores e que agora vêm sendo publicamente reiterados partido a partido.
Seja como for, estamos perante uma notícia amputada, uma vez que a intervenção legislativa, em sede parlamentar, não se cingirá à rejeição do modelo de avaliação do desempenho em vigor e dos seus efeitos, como se estenderá inevitavelmente à revogação do ECD na parte relativa à divisão artificial e iníqua entre titulares e meros professores, enquanto medida que violentou direitos e expectativas legítimas e instaurou golpadas casuísticas e inaceitáveis na hierarquização dos professores, além de que retirou seriedade e desacreditou irremediavelmente o modelo de avaliação.
É bom que os jornalistas, doravante, não se esqueçam de referenciar também o fim anunciado da mãe de todos os problemas e essa chama-se divisão da carreira.
Posted by Octávio Gonçalves
Mas, falar-se de “vingança” dos professores é manifestamente exagerado, pois, trata-se apenas da imprescindível reposição das condições de justiça, equidade e bom senso que medidas erráticas e absurdas haviam arruinado miseravelmente.
As iniciativas legislativas que os partidos da oposição irão protagonizar constituem uma tempestade necessária e que, ao contrário do que a notícia do Expresso deixa transparecer, tem duas frentes activas no imediato, ou seja, a suspensão do modelo de avaliação, mas também e sobretudo, a revogação da divisão da carreira.
O enfoque exclusivo na questão da avaliação não sei se corresponde a um afunilamento premeditado ou se resulta apenas de uma leitura distraída e redutora que o jornalista empreende dos compromissos que os partidos da oposição assumiram com os professores e que agora vêm sendo publicamente reiterados partido a partido.
Seja como for, estamos perante uma notícia amputada, uma vez que a intervenção legislativa, em sede parlamentar, não se cingirá à rejeição do modelo de avaliação do desempenho em vigor e dos seus efeitos, como se estenderá inevitavelmente à revogação do ECD na parte relativa à divisão artificial e iníqua entre titulares e meros professores, enquanto medida que violentou direitos e expectativas legítimas e instaurou golpadas casuísticas e inaceitáveis na hierarquização dos professores, além de que retirou seriedade e desacreditou irremediavelmente o modelo de avaliação.
É bom que os jornalistas, doravante, não se esqueçam de referenciar também o fim anunciado da mãe de todos os problemas e essa chama-se divisão da carreira.
Posted by Octávio Gonçalves
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Aulas de substituição, a quem interessa?
A propósito das aulas de substituição, retirei este comentário do blog "Educação do Meu Umbigo" de Paulo Guinote.
"As aulas de substituição, como foram organizadas por milu, são um ROUBO e uma VIGARICE. Eu tinha um contrato com o estado português que previa que ao longo da minha carreira, com o avançar da idade, teria direito a reduções na componente lectiva, porque se reconhecia o desgaste que a profissão provoca. Isso era considerado justo e aceite por todos. Os professores do 1º ciclo não tinham direito a essas reduções, mas, em compensação podiam reformar-se mais cedo: eram recompensados pelo desgaste de outra maneira.O que este governo do Socraes fez foi romper esse compromisso, retirando-me esse direito sempre aceite como legítimo e justo obrigando-me a dar aulas de substituição, mais trabalhosas e cansativas que aulas normais nas minhas turmas, a alunos que eu não conheço, e para as quais também tenho que fazer planificações, mas que nem sequer são reconmhecidas como tempos lectivos.
Isto tem um nome : V I G A R I C E."
"As aulas de substituição, como foram organizadas por milu, são um ROUBO e uma VIGARICE. Eu tinha um contrato com o estado português que previa que ao longo da minha carreira, com o avançar da idade, teria direito a reduções na componente lectiva, porque se reconhecia o desgaste que a profissão provoca. Isso era considerado justo e aceite por todos. Os professores do 1º ciclo não tinham direito a essas reduções, mas, em compensação podiam reformar-se mais cedo: eram recompensados pelo desgaste de outra maneira.O que este governo do Socraes fez foi romper esse compromisso, retirando-me esse direito sempre aceite como legítimo e justo obrigando-me a dar aulas de substituição, mais trabalhosas e cansativas que aulas normais nas minhas turmas, a alunos que eu não conheço, e para as quais também tenho que fazer planificações, mas que nem sequer são reconmhecidas como tempos lectivos.
Isto tem um nome : V I G A R I C E."
TRAVAR A AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES
Ensino Oposição vai mesmo travar avaliação de professores
Catarina Duarte07/10/09 00:05
Comunidade Com o PS em minoria no Parlamento, os partidos da oposição prometem fazer desta promessa eleitoral uma das primeiras medidas da legislatura. A oposição prometeu e está disposta a cumprir. PSD, CDS-PP, Bloco de Esquerda e PCP vão acabar com o actual modelo de avaliação e com a divisão dos professores em duas categorias. Tudo isto não deverá acontecer antes de Janeiro, disse ao Diário Económico a vice-presidente do Parlamento e deputada do PS, Celeste Correia: "Se a oposição toda avançar junta pode alterar ou mesmo revogar o modelo de avaliação. Mas antes é preciso formar Governo e primeiro ainda está o Orçamento de Estado. Não creio que o actual modelo possa ser alterado antes do início do próximo ano".Por parte do CDS-PP, a alteração do actual modelo de avaliação e a suspensão da divisão da carreira em duas categorias é uma prioridade. "Vamos apresentar uma iniciativa legislativa assim que se iniciarem os trabalhos parlamentares", garantiu ao Diário Económico o deputado Diogo Feio.
In Diário Económico (07-10-2009)
Publicada por ILÍDIO TRINDADE
Catarina Duarte07/10/09 00:05
Comunidade Com o PS em minoria no Parlamento, os partidos da oposição prometem fazer desta promessa eleitoral uma das primeiras medidas da legislatura. A oposição prometeu e está disposta a cumprir. PSD, CDS-PP, Bloco de Esquerda e PCP vão acabar com o actual modelo de avaliação e com a divisão dos professores em duas categorias. Tudo isto não deverá acontecer antes de Janeiro, disse ao Diário Económico a vice-presidente do Parlamento e deputada do PS, Celeste Correia: "Se a oposição toda avançar junta pode alterar ou mesmo revogar o modelo de avaliação. Mas antes é preciso formar Governo e primeiro ainda está o Orçamento de Estado. Não creio que o actual modelo possa ser alterado antes do início do próximo ano".Por parte do CDS-PP, a alteração do actual modelo de avaliação e a suspensão da divisão da carreira em duas categorias é uma prioridade. "Vamos apresentar uma iniciativa legislativa assim que se iniciarem os trabalhos parlamentares", garantiu ao Diário Económico o deputado Diogo Feio.
In Diário Económico (07-10-2009)
Publicada por ILÍDIO TRINDADE
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
ALFABETO REINVINDICATIVO
5 de Outubro, Dia do Professor !
Alfabeto reinvidicativo, dedicado a todas e todos os meus colegas, que diariamente lutam para ensinar quem muitas vezes não quer aprender, para educar quem não deseja ser educado, para sensibilizar quem nunca soube o que é sensibilidade, dando tanto e tantas vezes recebendo tão pouco.
Talvez a nossa maior satisfação seja saber que em cada aula deixamos o melhor de nós próprios e esperar que pelo menos haja por dia um aluno , um pai que reconheça esse esforço.
Só um professor sabe o que é ser professor!
Por isso, para todos nós….
ALFABETO REINVINDICATIVO
A. Avaliação justa e correcta
B. Bem estar profissional
C. Colegialidade
D. Disciplina nas escolas
E. Ensinar em paz
F. Fim das injustiças e prepotências
G. Garantia de futuro profissional
H. Haja mais respeito!
I. Importância da nossa opiniãoJ. Juntos, venceremos!
L. Legislação justa e favorável
M. Mais autoridade para os professores
N. Nada de dividir a classe !
O. Outras políticas virão, os professores ficarão…
P. Profissão dignificada
Q. Queremos boas condições de trabalho !
R. RespeitoS. SegurançaT. Trabalho justo e bem remunerado
U. Uma escola de qualidade!
V. Vida profissional de qualidade
X. Xingar e achincalhar (o professor) tem de acabar!
Z. Zangados , estamos ,mas excelentes profissionais continuamos !
Um grande abraço da colega
Teresa Duarte Soares
Professora de EPE em Nuremberga, Alemanha
Publicada por ILÍDIO TRINDADE
Alfabeto reinvidicativo, dedicado a todas e todos os meus colegas, que diariamente lutam para ensinar quem muitas vezes não quer aprender, para educar quem não deseja ser educado, para sensibilizar quem nunca soube o que é sensibilidade, dando tanto e tantas vezes recebendo tão pouco.
Talvez a nossa maior satisfação seja saber que em cada aula deixamos o melhor de nós próprios e esperar que pelo menos haja por dia um aluno , um pai que reconheça esse esforço.
Só um professor sabe o que é ser professor!
Por isso, para todos nós….
ALFABETO REINVINDICATIVO
A. Avaliação justa e correcta
B. Bem estar profissional
C. Colegialidade
D. Disciplina nas escolas
E. Ensinar em paz
F. Fim das injustiças e prepotências
G. Garantia de futuro profissional
H. Haja mais respeito!
I. Importância da nossa opiniãoJ. Juntos, venceremos!
L. Legislação justa e favorável
M. Mais autoridade para os professores
N. Nada de dividir a classe !
O. Outras políticas virão, os professores ficarão…
P. Profissão dignificada
Q. Queremos boas condições de trabalho !
R. RespeitoS. SegurançaT. Trabalho justo e bem remunerado
U. Uma escola de qualidade!
V. Vida profissional de qualidade
X. Xingar e achincalhar (o professor) tem de acabar!
Z. Zangados , estamos ,mas excelentes profissionais continuamos !
Um grande abraço da colega
Teresa Duarte Soares
Professora de EPE em Nuremberga, Alemanha
Publicada por ILÍDIO TRINDADE
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Fenprof exige negociação de regime transitório
Fenprof exige negociação de regime transitório de avaliação de desempenho para o ano em curso
O Secretariado da Fenprof, reunido, ontem e hoje, tomou as seguintes deliberações:
Há que garantir até ao final do 1º período:
1º A negociação de um regime transitório de avaliação de desempenho para o ano em curso;
2º A alteração do regime de transição dos docentes do ensino politécnico para a nova carreira docente;
3º A correcção dos abusos e reposição da legalidade nos horários dos professores, bem como a reorganização, ainda este ano, da sua componente não lectiva;
4º A realização de novo concurso no próximo ano lectivo, com um número de vagas de quadro adequado e a recuperação do regime de colocações cíclicas para efeitos de contratação;
5º A regularização e uniformização do regime de actividades de enriquecimento curricular, nomeadamente no que respeita ao regime contratual dos docentes;
6º O respeito pelos direitos sindicais dos professores, nomeadamente o direito de reunião e o reconhecimento da autonomia das organizações sindicais.
Há que garantir ao longo do ano lectivo:
a) Revisão do Estatuto da Carreira Docente;
b) Democratização da gestão das escolas;
c) Alteração do regime de Educação Especial;
d) Revogação do diploma que impõe a municipalização do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar;
e) Revisão da Lei de Financiamento do Ensino Superior.
A história
Deixem-nos ser professores - Comunicado da Fenprof desta tarde
Publicada por Ramiro Marques
O Secretariado da Fenprof, reunido, ontem e hoje, tomou as seguintes deliberações:
Há que garantir até ao final do 1º período:
1º A negociação de um regime transitório de avaliação de desempenho para o ano em curso;
2º A alteração do regime de transição dos docentes do ensino politécnico para a nova carreira docente;
3º A correcção dos abusos e reposição da legalidade nos horários dos professores, bem como a reorganização, ainda este ano, da sua componente não lectiva;
4º A realização de novo concurso no próximo ano lectivo, com um número de vagas de quadro adequado e a recuperação do regime de colocações cíclicas para efeitos de contratação;
5º A regularização e uniformização do regime de actividades de enriquecimento curricular, nomeadamente no que respeita ao regime contratual dos docentes;
6º O respeito pelos direitos sindicais dos professores, nomeadamente o direito de reunião e o reconhecimento da autonomia das organizações sindicais.
Há que garantir ao longo do ano lectivo:
a) Revisão do Estatuto da Carreira Docente;
b) Democratização da gestão das escolas;
c) Alteração do regime de Educação Especial;
d) Revogação do diploma que impõe a municipalização do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar;
e) Revisão da Lei de Financiamento do Ensino Superior.
A história
Deixem-nos ser professores - Comunicado da Fenprof desta tarde
Publicada por Ramiro Marques
COMPROMISSO EDUCAÇÃO É PRA VALER
O PROmova desencadeará no início da próxima semana a operação “COMPROMISSO EDUCAÇÃO é PRA VALER”
COMPROMISSO EDUCAÇÃO é PRA VALER
Depois de os partidos da oposição terem plasmado nos seus programas eleitorais o essencial das reivindicações que corporizam o COMPROMISSO EDUCAÇÃO e após o povo português ter legitimado, através do voto, as posições dos professores ao proporcionar a existência de um apoio parlamentar às mesmas na forma de uma maioria absoluta, eis que é chegado o momento de as escolas/agrupamentos e de cada professor/educador em particular fazerem sentir aos grupos parlamentares dos partidos que apoiam o COMPROMISSO EDUCAÇÃO a premência em acabar com a indignação dos professores e com a degradação do clima relacional nas escolas.Para tal, é imprescindível que os deputados dos partidos da oposição desencadeiem, no prazo mais curto possível, as iniciativas legislativas conducentes, quer à revogação do ECD, especificamente na parte relativa à divisão da carreira, quer à suspensão do actual modelo de avaliação e de todos os efeitos produzidos, tanto pela divisão arbitrária, como pelas avaliações fantoches entretanto ocorridas.Neste sentido, o PROmova vai tomar a iniciativa de disponibilizar, na próxima semana, a todas as escolas/agrupamentos e a todos os professores/educadores (esperando contar neste esforço com o apoio de movimentos, sindicatos e colegas liderantes em cada escola) um texto modelo a ser dirigido aos grupos parlamentares dos partidos da oposição, recordando-lhes os compromissos eleitoralmente assumidos (que muitos partidos já reafirmaram depois das eleições) e a urgência na tomada de decisões em conformidade com os mesmos.Por cada escola/agrupamento será tomada uma posição colectiva e por cada professor/educador (que vale em média três votos por agregado familiar, logo à volta de meio milhão de votos no total dos professores) seguirá uma posição individual, todas elas dirigidas, via e-mail ou carta, para os Grupos Parlamentares (na próxima semana, facultar-se-ão os endereços) dos partidos que subscreveram o COMPROMISSO EDUCAÇÃO e transpuseram as suas principais reivindicações para os respectivos programas eleitorais.Ao texto será anexado ou acoplado o documento do COMPROMISSO EDUCAÇÃO, para que ninguém se esqueça da expectativa de escolas e de professores/educadores em verem erradicadas as medidas incompetentes, nada sérias e injustas que este governo impôs de modo autocrático.
Disponibilizamos, desde já, o texto que consubstancia o COMPROMISSO EDUCAÇÃO (aqui), podendo, quem assim o preferir, solicitar (para o e-mail octaviog@sapo.pt ) que lhe seja remetido o documento original em ficheiro.Revogação da divisão da carreira e suspensão do modelo de avaliação... ESTÁ QUASE!
Aquele abraço,
PROmova
COMPROMISSO EDUCAÇÃO é PRA VALER
Depois de os partidos da oposição terem plasmado nos seus programas eleitorais o essencial das reivindicações que corporizam o COMPROMISSO EDUCAÇÃO e após o povo português ter legitimado, através do voto, as posições dos professores ao proporcionar a existência de um apoio parlamentar às mesmas na forma de uma maioria absoluta, eis que é chegado o momento de as escolas/agrupamentos e de cada professor/educador em particular fazerem sentir aos grupos parlamentares dos partidos que apoiam o COMPROMISSO EDUCAÇÃO a premência em acabar com a indignação dos professores e com a degradação do clima relacional nas escolas.Para tal, é imprescindível que os deputados dos partidos da oposição desencadeiem, no prazo mais curto possível, as iniciativas legislativas conducentes, quer à revogação do ECD, especificamente na parte relativa à divisão da carreira, quer à suspensão do actual modelo de avaliação e de todos os efeitos produzidos, tanto pela divisão arbitrária, como pelas avaliações fantoches entretanto ocorridas.Neste sentido, o PROmova vai tomar a iniciativa de disponibilizar, na próxima semana, a todas as escolas/agrupamentos e a todos os professores/educadores (esperando contar neste esforço com o apoio de movimentos, sindicatos e colegas liderantes em cada escola) um texto modelo a ser dirigido aos grupos parlamentares dos partidos da oposição, recordando-lhes os compromissos eleitoralmente assumidos (que muitos partidos já reafirmaram depois das eleições) e a urgência na tomada de decisões em conformidade com os mesmos.Por cada escola/agrupamento será tomada uma posição colectiva e por cada professor/educador (que vale em média três votos por agregado familiar, logo à volta de meio milhão de votos no total dos professores) seguirá uma posição individual, todas elas dirigidas, via e-mail ou carta, para os Grupos Parlamentares (na próxima semana, facultar-se-ão os endereços) dos partidos que subscreveram o COMPROMISSO EDUCAÇÃO e transpuseram as suas principais reivindicações para os respectivos programas eleitorais.Ao texto será anexado ou acoplado o documento do COMPROMISSO EDUCAÇÃO, para que ninguém se esqueça da expectativa de escolas e de professores/educadores em verem erradicadas as medidas incompetentes, nada sérias e injustas que este governo impôs de modo autocrático.
Disponibilizamos, desde já, o texto que consubstancia o COMPROMISSO EDUCAÇÃO (aqui), podendo, quem assim o preferir, solicitar (para o e-mail octaviog@sapo.pt ) que lhe seja remetido o documento original em ficheiro.Revogação da divisão da carreira e suspensão do modelo de avaliação... ESTÁ QUASE!
Aquele abraço,
PROmova
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