sábado, 5 de março de 2011

Ontem à noite em Sintra

Ontem à noite em Sintra, várias dezenas de professores em protestos contra este modelo de avaliação.



quinta-feira, 3 de março de 2011

A Grande Evasão dos Professores

A Grande Evasão

'Quem pode, foge. Muitos sujeitam-se a perder 40% do vencimento. Fogem para a liberdade. Deixam para trás a loucura e o inferno em que se transformaram as escolas. Em algumas escolas, os conselhos executivos ficaram reduzidos a uma pessoa. Há escolas em que se reformaram antecipadamente o PCE e o vice-presidente. Outras em que já não há docentes para leccionar nos CEFs. Nos grupos de recrutamento de Educação Tecnológica, a debandada tem sido geral, havendo já enormes dificuldades em conseguir substitutos nas cíclicas. O mesmo acontece com o grupo de recrutamento de Contabilidade e Economia. Há centenas de professores de Contabilidade e de Economia que optaram por reformas antecipadas, com penalizações de 40% porque preferem ir trabalhar como profissionais liberais ou em empresas de consultadoria. Só não sai quem não pode. Ou porque não consegue suportar os cortes no vencimento ou porque não tem a idade mínima exigida. Conheço pessoalmente dois professores do ensino secundário, com doutoramento, que optaram pela reforma antecipada com penalizações de 30% e 35%. Um deles, com 53 anos de idade e 33 anos de serviço, no 10º escalão, saiu com uma reforma de 1500 euros. O outro, com 58 anos de idade e 35 anos de serviço saiu com 1900 euros. E por que razão saíram? Não aguentam mais a humilhação de serem avaliados por colegas mais novos e com menos habilitações académicas. Não aguentam a quantidade de papelada, reuniões e burocracia. Não conseguem dispor de tempo para ensinar. Fogem porque não aceitam o novo paradigma de escola e professor e não aceitam ser prestadores de cuidados sociais e funcionários administrativos.
'Se não ficasse na história da educação em Portugal como autora do lamentável 'pastiche' de Woody Allen 'Para acabar de vez com o ensino', a actual ministra teria lugar garantido aí e no Guinness por ter causado a maior debandada de que há memória de professores das escolas portuguesas. Segundo o JN de ontem, centenas de professores estão a pedir todos os meses a passagem à reforma, mesmo com enormes penalizações salariais, e esse número tem vindo a mais que duplicar de ano para ano.
Os professores falam de 'desmotivação', de 'frustração', de 'saturação', de 'desconsideração cada vez maior relativamente à profissão', de 'se sentirem a mais' em escolas de cujo léxico desapareceram, como do próprio Estatuto da Carreira Docente, palavras como ensinar e aprender. Algo, convenhamos, um pouco diferente da 'escola de sucesso', do 'passa agora de ano e paga depois', dos milagres estatísticos e dos passarinhos a chilrear sobre que discorrem a ministra e os secretários de Estado sr. Feliz e sr. Contente. Que futuro é possível esperar de uma escola (e de um país) onde os professores se sentem a mais?

Manuel António Pina

terça-feira, 1 de março de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ME ameaça despedir os Directores caso estes suspendam ADD

Protesto dia 12 de Março, pela demissão de toda a classe política

12 de Março de 2011 - Um milhão de pessoas na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política

Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Já são 46 Escolas e Agrupamentos...

(entre a contabilidade dos Blogues e a da Fenprof)

As últimas:

Moções Do I Encontro De Dirigentes De Escolas Públicas – Moçoes_do_Porto

Conselho Pedagógico do Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva, Rio Maior, (ADD)

Escola Secundária Filipa De Vilhena, Porto – Tomada de Posição dos Relatores (ADD)

Escola Secundária de S. Pedro, Vila Real (ADD)

Agrupamento de Escolas de Alpendorada, Alpendorada – Tomada de posição dos relatores (ADD)

… as outras:

Agrupamento de Escolas de São Silvestre, Coimbra (ADD)

Escola Secundária Infanta D. Maria – Coimbra – Tomada de Posição (ADD)

Secundária Augusto Gomes, Matosinhos (ADD)

Agrupamento Vertical Clara de Resende, Porto, 2 Tomadas de Posição, ADD e Reorganização Curricular

Escola secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, Lisboa, Posição dos professores sobre a actual situação da escola, as propostas de alteração organizacional e curricular do sistema educativo e a avaliação do desempenho docente

Esc. Secundária de Camões, Lisboa, (avaliação de desempenho ADD)

EB1 Bairro da Ponte – Agrupamento de Santo Onofre – Caldas da Rainha, Tomada de Posição – Reunião de Conselho de Docentes

Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares – Tomada de Posição – Conselho Pedagógico

Escola Secundária com 3º Ciclo Quinta das Palmeiras – Tomada de Posição

Escola Secundária com 3º Ciclo Nuno Álvares – Tomada de Posição

Escola Secundária Frei Heitor Pinto – Tomada de Posição

Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã – Tomada de Posição – Departamento de Línguas

Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã – Reunião de disciplina de Língua Portuguesa

Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã – Tomada de Posição – Departamento de Ciências Sociais

Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã – Tomada de Posição – Departamento do 1º Ciclo do Ensino Básico

Agrupamento de Escolas do Teixoso – Tomada de Posição

Agrupamento de Escolas de João Franco do Fundão – Tomada de Posição

Agrupamento Escolas do Atlântico, Conselho Geral, Viana do Castelo, (ADD)

Agrupamento de Escolas de Freiria – Reunião de CEF – Electricidade

Agrupamento de Escolas de Freiria – Reunião de CEF – Informáticos

Agrupamento de Escolas de Freiria - Professores do 1.º CEB – Informação adicional à posição aprovada

Escola Básica 2.3 de Freiria - Informação adicional à posição aprovada

Agrupamento de Escolas de Freiria – Departamento Curricular de Educação Pré-Escolar – Informação adicional à posição aprovada

Agrupamento de Escolas Dr. Augusto Louro, Seixal (EVT)

EB1 de Serrado, Agrupamento de Buarcos – Informação adicional à posição tomada

Escola EB 2/3 D. Carlos I, Sintra (ADD)

EBI de Montenegro – Faro – Grupo disciplinar de História

EBI/JI de Montenegro – Faro – Educação Física

Escola de Framil – Posição aprovada em reunião de Departamento Curricular

Agrupamento de Escolas de Salir – Informação adicional à posição tomada

Escola Secundária Dr. António Granjo – Informação adicional à posição aprovada

Escola Secundária Com 3º CEB De Ferreira Dias, Cacém, Posição do CCAD

Escola Secundária de Amares – Posição aprovada em Departamento Curricular de Educação Física

Escola Secundária de Amares – Informação adicional ao texto aprovado

Agrupamento de Escolas D. Pedro I, Gaia: Conselho Pedagógico (ADD)

Escola de Canelas – Vila Nova de Gaia – Posição aprovada em reunião sindical

EB 2, 3 de Cabreiros – Barcelos – Posição aprovada em Departamento Curricular

Escola Secundária de Barcelos, Barcelos (ADD)

Agrupamento de Escolas D. José I – Vila Real de S.to António – Informação adicional ao texto aprovado

Agrupamento de Escolas de Castro Daire – Informação adicional ao texto aprovado

Agrupamento de Escolas de Mogadouro – Posição aprovada em Departamento Curricular

Agrupamento de Escolas de Soure 3/S Martinho Árias – Informação adicional ao texto aprovado

Agrupamento de Escolas nº1 de Portalegre – Informação adicional ao texto aprovado

Escola D. Manuel I – Pernes – Posição aprovada 10 (dez) reuniões de Departamentos Curriculares

Agrupamento de Escolas de Esgueira – Informação adicional à posição aprovada

Agrupamento de Escolas de Gondifelos, V.N. de Famalicão, Posição Professores do Departamento do Primeiro Ciclo

Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Foz Côa – Reunião Sindical

EB 23 da Maia – Declaração de Protesto dos Relatores

Escola Secundária Padre Benjamim Salgado – Posição de Departamento Curricular