
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
FIM DOS TITULARES
Hoje, amanhã e depois: os três dias que marcam o fim dos titulares
Ontem à noite houve uma reunião dos deputados do PS com o objectivo de decidirem o que vão fazer com o projecto de resolução do PSD sobre avaliação de desempenho. Os deputados do PS vão votar a favor do projecto do PSD.
Um projecto de resolução tem apenas força de recomendação ao Governo, não suspende o processo de avaliação que termina em Dezembro e dá margem ao Governo para encerrar o assunto sem que a opinião publicada - a única que, neste momento, interessa ao Governo - passe a ideia de derrota política de José Sócrates.
Hoje a ministra vai receber os sindicatos. Terá com a Fenprof e a Fne curtas reuniões de 45 minutos. Objectivo: apresentar o calendário negocial.
Manuel Alegre elogiou ontem a abertura da ministra para estabelecer consensos em torno da avaliação de desempenho e o estatuto da carreira docente. Ele sabe do que fala.
Quinta-feira, começam a ser discutidos, no Plenário da AR, os projectos do PCP, Verdes, BE, CDS e PSD.
O rumo está traçado. O projecto de resolução do PSD será aprovado com os votos do PS. A ministra e os sindicatos vão entender-se. Em final de Dezembro, os professores recebem a prenda de Natal por que lutam há mais de dois anos: o fim da divisão da carreira em duas categorias. Quanto ao modelo de avaliação de desempenho que virá substituir o defunto, ainda é cedo para lhe traçar os contornos. Mas é provável que acolha a sugestão do alargamento dos ciclos e dos avaliadores com formação específica e pós-graduada em supervisão e avaliação de desempenho. As escolas vão poder respirar de alívio pele menos durante o ano de 2010 e dedicar-se à sua missão: ensinar!
Posted by Ramiro Marques
Ontem à noite houve uma reunião dos deputados do PS com o objectivo de decidirem o que vão fazer com o projecto de resolução do PSD sobre avaliação de desempenho. Os deputados do PS vão votar a favor do projecto do PSD.
Um projecto de resolução tem apenas força de recomendação ao Governo, não suspende o processo de avaliação que termina em Dezembro e dá margem ao Governo para encerrar o assunto sem que a opinião publicada - a única que, neste momento, interessa ao Governo - passe a ideia de derrota política de José Sócrates.
Hoje a ministra vai receber os sindicatos. Terá com a Fenprof e a Fne curtas reuniões de 45 minutos. Objectivo: apresentar o calendário negocial.
Manuel Alegre elogiou ontem a abertura da ministra para estabelecer consensos em torno da avaliação de desempenho e o estatuto da carreira docente. Ele sabe do que fala.
Quinta-feira, começam a ser discutidos, no Plenário da AR, os projectos do PCP, Verdes, BE, CDS e PSD.
O rumo está traçado. O projecto de resolução do PSD será aprovado com os votos do PS. A ministra e os sindicatos vão entender-se. Em final de Dezembro, os professores recebem a prenda de Natal por que lutam há mais de dois anos: o fim da divisão da carreira em duas categorias. Quanto ao modelo de avaliação de desempenho que virá substituir o defunto, ainda é cedo para lhe traçar os contornos. Mas é provável que acolha a sugestão do alargamento dos ciclos e dos avaliadores com formação específica e pós-graduada em supervisão e avaliação de desempenho. As escolas vão poder respirar de alívio pele menos durante o ano de 2010 e dedicar-se à sua missão: ensinar!
Posted by Ramiro Marques
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
SECRETÁRIOS DE ESTADO
Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro: José Almeida Ribeiro
Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação: João Gomes Cravinho
Secretário de Estado dos Assuntos Europeus: Pedro Lourtie
Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas: António Braga
Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento: Emanuel dos Santos
Secretário de Estado do Tesouro e Finanças: Carlos Costa Pina
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais: Sérgio Vasques
Secretário de Estado da Administração Pública: Gonçalo Castilho
Secretário de Estado da Juventude e do Desporto: Laurentino Dias
Secretária de Estado da Modernização Administrativa: Maria Manuel Leitão Marques
Secretário de Estado da Administração Local: José Junqueiro
Secretária de Estado da Igualdade: Elza Pais
Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar: Marcos Perestrello
Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna: José Conde Rodrigues
Secretária de Estado da Administração Interna: Dalila Araújo
Secretário de Estado da Protecção Civil: Vasco Franco
Secretário de Estado da Justiça: João Correia
Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária: José Magalhães
Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e do Desenvolvimento: Fernando Medina
Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor: Fernando Serrasqueiro
Secretário de Estado do Turismo: Bernardo Trindade
Secretário de Estado da Energia e da Inovação: Carlos Zorrinho
Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural: Rui Barreiro
Secretário de Estado das Pescas e Agricultura: Luís Vieira
Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações: Paulo Campos
Secretário de Estado dos Transportes: Carlos Correia da Fonseca
Secretário de Estado do Ambiente: Humberto Rosa
Secretária de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades: Fernanda Carmo
Secretário de Estado da Segurança Social: Pedro Marques
Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional: Valter Lemos
Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação: Idália Moniz
Secretário de Estado Adjunto e da Saúde: Manuel Pizarro
Secretário de Estado da Saúde: Óscar Gaspar
Secretário de Estado Adjunto e da Educação: Alexandre Ventura
Secretário de Estado da Educação: João Mata
Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Manuel Heitor
Secretário de Estado da Cultura: Elísio Summavielle
No total, são 38 os secretários de Estado do XVIII Governo Constitucional, porque na segunda-feira tomou já posse como secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros João Tiago Silveira.
In Lusa.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Sem surpresas! - Isabel Alçada nova ministra da educação
Isabel Alçada aventura-se na Educação, um dos ministérios mais controversos da última legislaturaIsabel Alçada, co-autora da colecção juvenil “Uma Aventura” e ex-dirigente sindical, é a nova ministra da Educação, sucedendo a Maria de Lurdes Rodrigues num dos sectores que mais dores de cabeça provocaram ao Executivo socialista na última legislatura.A escolha da Comissária do Plano Nacional de Leitura para ocupar o n.º 107 da Avenida 05 de Outubro, em Lisboa, não representa qualquer surpresa, já que o seu nome era apontado como o mais provável desde a apresentação do programa eleitoral do PS, em Julho. Discursou inclusive num comício dos socialistas, no final do mês de Setembro.Isabel Alçada nasceu em Lisboa a 29 de Maio de 1950 - tem 59 anos - e é a mais velha de três irmãs.A nova ministra frequentou o Liceu Francês Charles Lepierre, onde concluiu o ensino secundário e licenciou-se a seguir em Filosofia na Faculdade de Letras de Lisboa.Iniciou a sua vida profissional no Centro de Formação e Orientação Profissional - Psicoforma e, mais tarde, ingressou nos quadros do Ministério da Educação, tendo participado na Reforma do Ensino Secundário em 1975/76. No ano seguinte decidiu seguir a carreira como professora do 2.º ciclo de Português e História.Entre 1981 e 1983 fez parte da direcção do Sindicato de Professores da Grande Lisboa, afecto à Federação Nacional dos Professores (Fenprof).Entretanto, em 1982/83, fez um mestrado em Ciências da Educação nos Estados Unidos, na Universidade de Boston, e depois, em 1987, a preparação do doutoramento em Ciências da Educação na Universidade de Liège (França).A partir de 1985 passou a integrar o quadro de professores da Escola Superior de Educação de Lisboa.Como escritora de livros infanto-juvenis estreou-se em 1982, em parceria com Ana Maria Magalhães, com a colecção “Uma Aventura”, que conta hoje com mais de 50 volumes, e depois “Viagens no Tempo”.No ano lectivo 1995/1996 foi nomeada pelo Ministério da Educação coordenadora do grupo de trabalho responsável pela concepção da rede de bibliotecas escolares, e no ano seguinte foi nomeada para coordenar a equipa encarregada de estudar as problemáticas relacionadas com o livro escolar.Em Janeiro de 2001 assumiu o cargo de Administradora da Fundação de Serralves, em regime de voluntariado.Em 2006 foi designada comissária do Plano Nacional de Leitura (PNL), uma iniciativa dos ministérios da Educação, da Cultura e dos Assuntos Parlamentares.O PNL tem como objectivo central elevar os níveis de literacia dos portugueses e colocar o país a par dos parceiros europeus.Um dos principais desafios de Isabel Alçada deverá ser recuperar as deterioradas relações entre a tutela e os sindicatos de professores, que travaram uma “batalha” na última legislatura com Maria de Lurdes Rodrigues. O Estatuto da Carreira Docente e a avaliação de desempenho foram as matérias mais contestadas, tendo originado diversas manifestações.
In Público.
In Público.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
MANIFESTO - A Escola Não Pode Esperar Mais
O actual modelo de avaliação de professores e a divisão arbitrária da carreira em duas categorias criaram o caos nas escolas. A burocracia, a desconfiança e o autoritarismo jogam contra a melhoria das aprendizagens e contra a dedicação total dos professores aos seus alunos. Quem perde é a escola pública de qualidade.Este ambiente crispado e negativo promete agudizar-se nas próximas semanas. Com efeito, até ao dia 31 de Outubro, se até lá nada for feito, as escolas estão obrigadas por lei a fixar o calendário da avaliação docente para o ano lectivo que agora começou. Pior ainda, sucedem-se os Directores que teimam em recusar avaliar os docentes que não entregaram os objectivos individuais, aumentando a instabilidade e a revolta.Independentemente das alternativas que importa construir de forma ponderada, é urgente que a Assembleia da República decida sem demoras parar já com as principais medidas que desestabilizaram a Educação, sob pena de arrastar o conflito em cada escola e nas ruas.Porque a escola não pode esperar mais, os subscritores deste manifesto apelam à Assembleia da República que assuma como uma prioridade pública a suspensão imediata do actual modelo de avaliação de professores, a revogação de todas as penalizações para os que não entregaram os objectivos individuais e o fim da divisão da carreira docente. Sem perder mais tempo.Não podemos esperar mais. A Educação também não.
Subscrevem esta iniciativa do Movimento Escola Pública:Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Outròólhar (Miguel Pinto), O Estado da Educação (Mário Carneiro), O Cartel, Octávio V Gonçalves (Octávio Gonçalves), Educação S.A.Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), Promova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), Escola do Presente (Safira).
Subscrevem esta iniciativa do Movimento Escola Pública:Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Outròólhar (Miguel Pinto), O Estado da Educação (Mário Carneiro), O Cartel, Octávio V Gonçalves (Octávio Gonçalves), Educação S.A.Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), Promova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), Escola do Presente (Safira).
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