Hoje, amanhã e depois: os três dias que marcam o fim dos titulares
Ontem à noite houve uma reunião dos deputados do PS com o objectivo de decidirem o que vão fazer com o projecto de resolução do PSD sobre avaliação de desempenho. Os deputados do PS vão votar a favor do projecto do PSD.
Um projecto de resolução tem apenas força de recomendação ao Governo, não suspende o processo de avaliação que termina em Dezembro e dá margem ao Governo para encerrar o assunto sem que a opinião publicada - a única que, neste momento, interessa ao Governo - passe a ideia de derrota política de José Sócrates.
Hoje a ministra vai receber os sindicatos. Terá com a Fenprof e a Fne curtas reuniões de 45 minutos. Objectivo: apresentar o calendário negocial.
Manuel Alegre elogiou ontem a abertura da ministra para estabelecer consensos em torno da avaliação de desempenho e o estatuto da carreira docente. Ele sabe do que fala.
Quinta-feira, começam a ser discutidos, no Plenário da AR, os projectos do PCP, Verdes, BE, CDS e PSD.
O rumo está traçado. O projecto de resolução do PSD será aprovado com os votos do PS. A ministra e os sindicatos vão entender-se. Em final de Dezembro, os professores recebem a prenda de Natal por que lutam há mais de dois anos: o fim da divisão da carreira em duas categorias. Quanto ao modelo de avaliação de desempenho que virá substituir o defunto, ainda é cedo para lhe traçar os contornos. Mas é provável que acolha a sugestão do alargamento dos ciclos e dos avaliadores com formação específica e pós-graduada em supervisão e avaliação de desempenho. As escolas vão poder respirar de alívio pele menos durante o ano de 2010 e dedicar-se à sua missão: ensinar!
Posted by Ramiro Marques
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
SECRETÁRIOS DE ESTADO
Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro: José Almeida Ribeiro
Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação: João Gomes Cravinho
Secretário de Estado dos Assuntos Europeus: Pedro Lourtie
Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas: António Braga
Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento: Emanuel dos Santos
Secretário de Estado do Tesouro e Finanças: Carlos Costa Pina
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais: Sérgio Vasques
Secretário de Estado da Administração Pública: Gonçalo Castilho
Secretário de Estado da Juventude e do Desporto: Laurentino Dias
Secretária de Estado da Modernização Administrativa: Maria Manuel Leitão Marques
Secretário de Estado da Administração Local: José Junqueiro
Secretária de Estado da Igualdade: Elza Pais
Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar: Marcos Perestrello
Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna: José Conde Rodrigues
Secretária de Estado da Administração Interna: Dalila Araújo
Secretário de Estado da Protecção Civil: Vasco Franco
Secretário de Estado da Justiça: João Correia
Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária: José Magalhães
Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e do Desenvolvimento: Fernando Medina
Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor: Fernando Serrasqueiro
Secretário de Estado do Turismo: Bernardo Trindade
Secretário de Estado da Energia e da Inovação: Carlos Zorrinho
Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural: Rui Barreiro
Secretário de Estado das Pescas e Agricultura: Luís Vieira
Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações: Paulo Campos
Secretário de Estado dos Transportes: Carlos Correia da Fonseca
Secretário de Estado do Ambiente: Humberto Rosa
Secretária de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades: Fernanda Carmo
Secretário de Estado da Segurança Social: Pedro Marques
Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional: Valter Lemos
Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação: Idália Moniz
Secretário de Estado Adjunto e da Saúde: Manuel Pizarro
Secretário de Estado da Saúde: Óscar Gaspar
Secretário de Estado Adjunto e da Educação: Alexandre Ventura
Secretário de Estado da Educação: João Mata
Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Manuel Heitor
Secretário de Estado da Cultura: Elísio Summavielle
No total, são 38 os secretários de Estado do XVIII Governo Constitucional, porque na segunda-feira tomou já posse como secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros João Tiago Silveira.
In Lusa.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Sem surpresas! - Isabel Alçada nova ministra da educação
Isabel Alçada aventura-se na Educação, um dos ministérios mais controversos da última legislaturaIsabel Alçada, co-autora da colecção juvenil “Uma Aventura” e ex-dirigente sindical, é a nova ministra da Educação, sucedendo a Maria de Lurdes Rodrigues num dos sectores que mais dores de cabeça provocaram ao Executivo socialista na última legislatura.A escolha da Comissária do Plano Nacional de Leitura para ocupar o n.º 107 da Avenida 05 de Outubro, em Lisboa, não representa qualquer surpresa, já que o seu nome era apontado como o mais provável desde a apresentação do programa eleitoral do PS, em Julho. Discursou inclusive num comício dos socialistas, no final do mês de Setembro.Isabel Alçada nasceu em Lisboa a 29 de Maio de 1950 - tem 59 anos - e é a mais velha de três irmãs.A nova ministra frequentou o Liceu Francês Charles Lepierre, onde concluiu o ensino secundário e licenciou-se a seguir em Filosofia na Faculdade de Letras de Lisboa.Iniciou a sua vida profissional no Centro de Formação e Orientação Profissional - Psicoforma e, mais tarde, ingressou nos quadros do Ministério da Educação, tendo participado na Reforma do Ensino Secundário em 1975/76. No ano seguinte decidiu seguir a carreira como professora do 2.º ciclo de Português e História.Entre 1981 e 1983 fez parte da direcção do Sindicato de Professores da Grande Lisboa, afecto à Federação Nacional dos Professores (Fenprof).Entretanto, em 1982/83, fez um mestrado em Ciências da Educação nos Estados Unidos, na Universidade de Boston, e depois, em 1987, a preparação do doutoramento em Ciências da Educação na Universidade de Liège (França).A partir de 1985 passou a integrar o quadro de professores da Escola Superior de Educação de Lisboa.Como escritora de livros infanto-juvenis estreou-se em 1982, em parceria com Ana Maria Magalhães, com a colecção “Uma Aventura”, que conta hoje com mais de 50 volumes, e depois “Viagens no Tempo”.No ano lectivo 1995/1996 foi nomeada pelo Ministério da Educação coordenadora do grupo de trabalho responsável pela concepção da rede de bibliotecas escolares, e no ano seguinte foi nomeada para coordenar a equipa encarregada de estudar as problemáticas relacionadas com o livro escolar.Em Janeiro de 2001 assumiu o cargo de Administradora da Fundação de Serralves, em regime de voluntariado.Em 2006 foi designada comissária do Plano Nacional de Leitura (PNL), uma iniciativa dos ministérios da Educação, da Cultura e dos Assuntos Parlamentares.O PNL tem como objectivo central elevar os níveis de literacia dos portugueses e colocar o país a par dos parceiros europeus.Um dos principais desafios de Isabel Alçada deverá ser recuperar as deterioradas relações entre a tutela e os sindicatos de professores, que travaram uma “batalha” na última legislatura com Maria de Lurdes Rodrigues. O Estatuto da Carreira Docente e a avaliação de desempenho foram as matérias mais contestadas, tendo originado diversas manifestações.
In Público.
In Público.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
MANIFESTO - A Escola Não Pode Esperar Mais
O actual modelo de avaliação de professores e a divisão arbitrária da carreira em duas categorias criaram o caos nas escolas. A burocracia, a desconfiança e o autoritarismo jogam contra a melhoria das aprendizagens e contra a dedicação total dos professores aos seus alunos. Quem perde é a escola pública de qualidade.Este ambiente crispado e negativo promete agudizar-se nas próximas semanas. Com efeito, até ao dia 31 de Outubro, se até lá nada for feito, as escolas estão obrigadas por lei a fixar o calendário da avaliação docente para o ano lectivo que agora começou. Pior ainda, sucedem-se os Directores que teimam em recusar avaliar os docentes que não entregaram os objectivos individuais, aumentando a instabilidade e a revolta.Independentemente das alternativas que importa construir de forma ponderada, é urgente que a Assembleia da República decida sem demoras parar já com as principais medidas que desestabilizaram a Educação, sob pena de arrastar o conflito em cada escola e nas ruas.Porque a escola não pode esperar mais, os subscritores deste manifesto apelam à Assembleia da República que assuma como uma prioridade pública a suspensão imediata do actual modelo de avaliação de professores, a revogação de todas as penalizações para os que não entregaram os objectivos individuais e o fim da divisão da carreira docente. Sem perder mais tempo.Não podemos esperar mais. A Educação também não.
Subscrevem esta iniciativa do Movimento Escola Pública:Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Outròólhar (Miguel Pinto), O Estado da Educação (Mário Carneiro), O Cartel, Octávio V Gonçalves (Octávio Gonçalves), Educação S.A.Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), Promova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), Escola do Presente (Safira).
Subscrevem esta iniciativa do Movimento Escola Pública:Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Outròólhar (Miguel Pinto), O Estado da Educação (Mário Carneiro), O Cartel, Octávio V Gonçalves (Octávio Gonçalves), Educação S.A.Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), Promova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), Escola do Presente (Safira).
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Novas da FENPROF
NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL
FENPROF SOLICITA REUNIÕES AOS PARTIDOS POLÍTICOS
Com as eleições legislativas do passado dia 27 de Setembro foi criado um novo ciclo político cujo contexto, para a FENPROF, é favorável a que se estabeleça e desenvolva um mais profícuo diálogo social e político. Contribui, para que assim seja, o facto de nenhum partido, por si só, ter obtido uma maioria absoluta de deputados o que confere um novo protagonismo à Assembleia da República que fica, assim, mais responsabilizada e com capacidade acrescida de intervenção na definição das políticas para o país.
Na Legislatura que tem agora início, há problemas herdados, designadamente na Educação, que carecem de resolução, em muitos casos, urgente. Com os objectivos de debater as questões da Educação, actualizar o diagnóstico quanto ao seu estado, dar a conhecer os contributos e propostas que tem para que se caminhe no sentido da resolução dos problemas e, ainda, conhecer melhor as propostas e prioridades dos partidos políticos com representação parlamentar para a área da Educação, a FENPROF solicitou a realização de reuniões com todos: CDS/PP, PSD, PS, PEV, PCP e BE.
Logo que estejam constituídas, a FENPROF solicitará, igualmente, reuniões à equipa do Ministério da Educação, à equipa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, bem como à Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República.Na reunião agora solicitada aos partidos políticos será apresentada, pela FENPROF, a Carta Reivindicativa dos Professores e Educadores Portugueses, bem como as prioridades que se consideram indispensáveis para a acção, neste sector, no futuro próximo.
O Secretariado Nacional
Publicada por Anabela Magalhães
FENPROF SOLICITA REUNIÕES AOS PARTIDOS POLÍTICOS
Com as eleições legislativas do passado dia 27 de Setembro foi criado um novo ciclo político cujo contexto, para a FENPROF, é favorável a que se estabeleça e desenvolva um mais profícuo diálogo social e político. Contribui, para que assim seja, o facto de nenhum partido, por si só, ter obtido uma maioria absoluta de deputados o que confere um novo protagonismo à Assembleia da República que fica, assim, mais responsabilizada e com capacidade acrescida de intervenção na definição das políticas para o país.
Na Legislatura que tem agora início, há problemas herdados, designadamente na Educação, que carecem de resolução, em muitos casos, urgente. Com os objectivos de debater as questões da Educação, actualizar o diagnóstico quanto ao seu estado, dar a conhecer os contributos e propostas que tem para que se caminhe no sentido da resolução dos problemas e, ainda, conhecer melhor as propostas e prioridades dos partidos políticos com representação parlamentar para a área da Educação, a FENPROF solicitou a realização de reuniões com todos: CDS/PP, PSD, PS, PEV, PCP e BE.
Logo que estejam constituídas, a FENPROF solicitará, igualmente, reuniões à equipa do Ministério da Educação, à equipa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, bem como à Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República.Na reunião agora solicitada aos partidos políticos será apresentada, pela FENPROF, a Carta Reivindicativa dos Professores e Educadores Portugueses, bem como as prioridades que se consideram indispensáveis para a acção, neste sector, no futuro próximo.
O Secretariado Nacional
Publicada por Anabela Magalhães
sábado, 10 de outubro de 2009
A vingança serve-se fria...
Depois de Sócrates ter hipotecado, de forma injustificada e demagógica, o sucesso da sua governação ao "desígnio" da avaliação do desempenho dos professores e tendo em conta que a inépcia, a arbitrariedade e a prepotência com que o ministério da Educação forjou os titulares e impôs o modelo de avaliação levou a que as coisas dessem para o torto e se tenham traduzido numa legislatura perdida em matéria de educação, o novo governo e o PS que, minoritariamente, o suporta puseram-se a jeito dos professores e dos partidos da oposição para serem constrangidos a enfiarem no saco as suas equivocadas bandeiras.
Mas, falar-se de “vingança” dos professores é manifestamente exagerado, pois, trata-se apenas da imprescindível reposição das condições de justiça, equidade e bom senso que medidas erráticas e absurdas haviam arruinado miseravelmente.
As iniciativas legislativas que os partidos da oposição irão protagonizar constituem uma tempestade necessária e que, ao contrário do que a notícia do Expresso deixa transparecer, tem duas frentes activas no imediato, ou seja, a suspensão do modelo de avaliação, mas também e sobretudo, a revogação da divisão da carreira.
O enfoque exclusivo na questão da avaliação não sei se corresponde a um afunilamento premeditado ou se resulta apenas de uma leitura distraída e redutora que o jornalista empreende dos compromissos que os partidos da oposição assumiram com os professores e que agora vêm sendo publicamente reiterados partido a partido.
Seja como for, estamos perante uma notícia amputada, uma vez que a intervenção legislativa, em sede parlamentar, não se cingirá à rejeição do modelo de avaliação do desempenho em vigor e dos seus efeitos, como se estenderá inevitavelmente à revogação do ECD na parte relativa à divisão artificial e iníqua entre titulares e meros professores, enquanto medida que violentou direitos e expectativas legítimas e instaurou golpadas casuísticas e inaceitáveis na hierarquização dos professores, além de que retirou seriedade e desacreditou irremediavelmente o modelo de avaliação.
É bom que os jornalistas, doravante, não se esqueçam de referenciar também o fim anunciado da mãe de todos os problemas e essa chama-se divisão da carreira.
Posted by Octávio Gonçalves
Mas, falar-se de “vingança” dos professores é manifestamente exagerado, pois, trata-se apenas da imprescindível reposição das condições de justiça, equidade e bom senso que medidas erráticas e absurdas haviam arruinado miseravelmente.
As iniciativas legislativas que os partidos da oposição irão protagonizar constituem uma tempestade necessária e que, ao contrário do que a notícia do Expresso deixa transparecer, tem duas frentes activas no imediato, ou seja, a suspensão do modelo de avaliação, mas também e sobretudo, a revogação da divisão da carreira.
O enfoque exclusivo na questão da avaliação não sei se corresponde a um afunilamento premeditado ou se resulta apenas de uma leitura distraída e redutora que o jornalista empreende dos compromissos que os partidos da oposição assumiram com os professores e que agora vêm sendo publicamente reiterados partido a partido.
Seja como for, estamos perante uma notícia amputada, uma vez que a intervenção legislativa, em sede parlamentar, não se cingirá à rejeição do modelo de avaliação do desempenho em vigor e dos seus efeitos, como se estenderá inevitavelmente à revogação do ECD na parte relativa à divisão artificial e iníqua entre titulares e meros professores, enquanto medida que violentou direitos e expectativas legítimas e instaurou golpadas casuísticas e inaceitáveis na hierarquização dos professores, além de que retirou seriedade e desacreditou irremediavelmente o modelo de avaliação.
É bom que os jornalistas, doravante, não se esqueçam de referenciar também o fim anunciado da mãe de todos os problemas e essa chama-se divisão da carreira.
Posted by Octávio Gonçalves
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Aulas de substituição, a quem interessa?
A propósito das aulas de substituição, retirei este comentário do blog "Educação do Meu Umbigo" de Paulo Guinote.
"As aulas de substituição, como foram organizadas por milu, são um ROUBO e uma VIGARICE. Eu tinha um contrato com o estado português que previa que ao longo da minha carreira, com o avançar da idade, teria direito a reduções na componente lectiva, porque se reconhecia o desgaste que a profissão provoca. Isso era considerado justo e aceite por todos. Os professores do 1º ciclo não tinham direito a essas reduções, mas, em compensação podiam reformar-se mais cedo: eram recompensados pelo desgaste de outra maneira.O que este governo do Socraes fez foi romper esse compromisso, retirando-me esse direito sempre aceite como legítimo e justo obrigando-me a dar aulas de substituição, mais trabalhosas e cansativas que aulas normais nas minhas turmas, a alunos que eu não conheço, e para as quais também tenho que fazer planificações, mas que nem sequer são reconmhecidas como tempos lectivos.
Isto tem um nome : V I G A R I C E."
"As aulas de substituição, como foram organizadas por milu, são um ROUBO e uma VIGARICE. Eu tinha um contrato com o estado português que previa que ao longo da minha carreira, com o avançar da idade, teria direito a reduções na componente lectiva, porque se reconhecia o desgaste que a profissão provoca. Isso era considerado justo e aceite por todos. Os professores do 1º ciclo não tinham direito a essas reduções, mas, em compensação podiam reformar-se mais cedo: eram recompensados pelo desgaste de outra maneira.O que este governo do Socraes fez foi romper esse compromisso, retirando-me esse direito sempre aceite como legítimo e justo obrigando-me a dar aulas de substituição, mais trabalhosas e cansativas que aulas normais nas minhas turmas, a alunos que eu não conheço, e para as quais também tenho que fazer planificações, mas que nem sequer são reconmhecidas como tempos lectivos.
Isto tem um nome : V I G A R I C E."
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