quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O final do texto de António Barreto

Tristes Sinais

"(...)Há quem diga que o vamos ter durante mais
uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da
impotência da oposição. De incompetência da sociedade.
De fraqueza das organizações. E da falta de
carinho dos portugueses pela liberdade. "

Repondo a verdade que Edite Estrela mascarou indecentemente

O PS não se dedica à maledicência, mas Edite Estrela mente descaradamente em Bragança
Eis o Despacho que impôs a lei da rolha (ao professor Charrua este PS aplicou-lhe a lei do "saca-rolhas", isto é sanearam-no do lugar que ocupava na DREN) e que, de forma mentirosa e manipulatória, Edite Estrela imputou à ministra da Educação Manuela Ferreira Leite.Atente-se no documento devidamente assinado pela então ministra da Educação "António Fernando Couto dos Santos".Afirmações de Edite Estrela (citadas do Público online):"Aí, sim, é que havia asfixia democrática”, afirmou Edite Estrela, aludindo ao despacho conhecido por “lei da rolha", assinado pelo ministro adjunto Couto dos Santos quando Ferreira Leite tutelava a pasta da Educação no último Governo de Cavaco Silva.É este o rigor histórico e a decência que suporta a declaração de um elemento destacado do PS desesperado com a força que os professores representam nos distritos de Bragança e de Vila Real, procurando travar o voto útil no PSD.
Pela mentira, o PS também não vai lá, porque os professores são lúcidos, têm memória e não esquecem nem desculpam a maior afronta e desrespeito a que alguma vez foram sujeitos na história da democracia portuguesa. E isto aconteceu, exactamente, com Sócrates, Maria de Lurdes Rodrigues, Valter Lemos, Jorge Pedreira, Margarida Moreira e outros que tais.

Publicada por Octávio V Gonçalves

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Começou a dos 700.000 funcionários públicos contra o PS

Assim chegará aos 700 000 funcionários públicos, que deixaram de o ser desde 1 de Janeiro de 2009 com a Lei 12-A.

Sr. Primeiro Ministro

É verdade, se o PS não tivesse a maioria absoluta, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar publicamente os funcionários públicos, de fazer tudo para colocar a população contra eles, de alterar os direitos adquiridos para a aposentação, nem de aprovar o novo regime de Vínculos, Carreiras e Remunerações que acaba com as carreiras, as garantias que tínhamos e os direitos adquiridos que tínhamos, que é um insulto a quem presta tão nobre serviço ao País.

Não tinha procedido a despedimentos, para de seguida contratar novos colegas, com quem simpatiza mais.

Não tinha criado o SIADAP desta forma, para promover e contemplar quem dá graxa aos chefes, e impedido a carreira a quase todos os funcionários. Não chega uma vida inteira para chegar ao meio da carreira em muitas situações. Não é por acaso que a maioria dos "excelentes", ou são secretárias, ou são motoristas...

Não tinha criado um sistema de escolha dos dirigentes que fazem o que lhe interessa, podendo até serem de fora do sistema, acabando com os concursos e com as oportunidades para os que são já funcionários públicos experientes e reconhecidos.

Não tinha acabado com os Gabinetes Técnicos dos Ministérios, deixando a assessoria técnica a empresas de consultadoria e associando empresas de auditoria a funções inspectivas e de controlo, para que as primeiras digam sempre que sim e as segundas afirmem sempre que está tudo bem.

Não tinha transformado as polícias em caçadoras de infracções, dando-lhes como objectivo MULTAR em vez de FISCALIZAR.

NÃO TINHA DESTRUÍDO A FUNÇÃO PÚBLICA, DEIXANDO O VAZIO, POIS ATÉ NEM SABE O QUE É ESTA NOBRE FUNÇÃO DE SERVIR TODOS, INDEPENDENTE DAS RAÇAS, SITUAÇÃO SOCIAL, OPÇÃO POLÍTICA E ASCENDÊNCIA FAMILIAR.

As maiorias absolutas só favorecem os poderosos; as classes trabalhadoras saem sempre a perder. É fácil para quem tem vencimentos chorudos (muitas vezes provindos de várias fontes) vir à televisão exigir que apertemos o cinto... Claro!...

Já dizia Max Weber que todo o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente...

Chegou o momento de ajustar contas com o Partido de Sócrates (PS)! Se este partido tivesse menos de 1% dos votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria absoluta e nunca teria tido a coragem de promover todas estas enormes afrontas. Somos 700.000, o equivalente a 14% dos votos nacionais expressos. Se nas próximas eleições legislativas, grande parte dos funcionários votar em massa em todas as forçs políticas, excepto no PS, este partido não só deixará de ter a maioria, como perderá as próximas eleições!!!

Será a oportunidade soberana de devolver ao Sr. Sócrates as amêndoas amargas que ofereceu aos funcionários públicos!!!

Colegas, quem foi capaz de aguentar a perseguição, a desmotivação, a perda de horizontes para a sua vida, o sentir que pode ser despedido a qualquer momento com os mapas anuais de pessoal, também consegue nas próximas legislativas dirigir-se à sua assembleia de voto e votar a derrota do PS. Em Portugal, há partidos para todos os gostos, quer à direita quer à esquerda do PS; é só escolher.

Maiorias absolutas, nunca mais!!!

Os funcionários públicos, para além de terem a capacidade de retirarem a maioria ao PS, têm a capacidade de o humilhar. Basta para isso que convençam metade dos maridos ou mulheres, metade dos seus filhos maiores, metade dos seus pais e um vizinho a não votar PS, e já são mais de 1.000.000. Os Funcionários Públicos deverão estar unidos; esta união deverá ser para continuar, e têm uma ferramenta poderosa ao seu alcance, a Internet, que nos põe em contacto permanente uns com os outros.

Façamos contas:

Se esta mensagem vai ser enviada a 10 colegas.
Se cada um dos colegas enviar a mais 10 dá 100.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1.000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 10.000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 100.000.
Se estes enviarem a mais 10 dá 1.000.000.

Assim se vê a nossa força!!!

Não a menosprezes.

Usa-a.

Se não estarás cada vez pior como tens visto, sem esperares nenhuma alteração à situação que te foi criada. Rapidamente todos os colegas e seus familiares ficarão a saber a informação que ela contém e a sua força.

O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI.

ESTÁ NAS TUAS MÃOS.

O FUTURO DE PORTUGAL DEPENDE DE TI.

domingo, 20 de setembro de 2009

CRIAÇÃO DE UMA ORDEM DE PROFESSORES

JOSÉ LUIZ SARMENTO disse...

Pôr o problema nestes termos é explorar terreno novo orientado por mapas velhos. Os sindicatos de professores são imprescindíveis, e tenho tudo a favor de que sejam o mais independentes possível dos partidos político. A ordem dos professores já devia estar feita há muito tempo: há décadas que me bato por ela e enquanto for professor não desistirei.

Mas tanto a ordem como os sindicatos são necessariamente organizações pesadas e formais. A vantagem estratégica que os movimentos tais como são têm para os professores está na sua leveza, agilidade e capacidade de detectar em tempo útil os consensos - por vezes contraditórios entre si - que se vão formando no terreno.

São uma forma nova de organização, produto da sociedade de informação e dependentes dela para sobreviver. Na sua relativa desorganização está a sua força. Não podem negociar, como os sindicatos, nem regular a profissão dos pontos de vista científico e deontológico, como poderia uma ordem*. Mas podem influenciar a agenda das organizações mais formais e mais pesadas, contribuindo decisivamente para pôr em cima da mesa as questões que verdadeiramente preocupam os professores.

Se os movimentos existentes se integrassem em estruturas mais convencionais, o resultado é que depressa surgiriam outros movimentos grassroots em sua substituição.
A tripeça tem que ter três pernas. Os sindicatos são, cronologicamente, a primeira. Os movimentos são a segunda. Falta a terceira, que é a ordem; não faria sentido cortar uma perna à tripeça para instalar outra.

Por José Luiz Sarmento

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Encontro entre PROmova e candidatos do PSD por Vila Real


COMPROMISSO EDUCAÇÃO: importante e esclarecedor o Encontro entre os candidatos a deputados do PSD por Vila Real e o PROmova
O Movimento PROmova participou, ontem, no Encontro com Professores de Vila Real realizado pela lista de candidatura do PSD pelo distrito de Vila Real à Assembleia da República, encabeçada pelo Dr. António Montalvão Machado.Foram debatidas as políticas educativas deste governo, os problemas que afectam os professores e as propostas/compromissos do PSD e dos deputados que venham a ser eleitos por Vila Real.O PROmova reputa de relevantíssimos e esclarecedores para os professores os compromissos assumidos pelo cabeça-de-lista, Dr. Montalvão Machado, em nome não apenas dos deputados do círculo de Vila Real, mas do próprio PSD e que são os seguintes:
1) aposta na valorização da autoridade e do prestígio dos professores;
2) revogação imediata da divisão da carreira entre titulares e professores, pois além das arbitrariedades e injustiças que caracterizaram esse processo, o mesmo traduziu-se numa medida que “desrespeitou e desprestigiou os professores, criando professores de 1ª e professores de 2ª com evidentes reflexos negativos na percepção dos alunos” (sic, Dr. Montalvão Machado);
3) suspensão imediata do actual modelo de avaliação e abertura de um processo negocial para a definição de um modelo aceite pelos professores;
4) recondução do estatuto do aluno à valorização da assiduidade, da disciplina e do civismo;
5) dever de os deputados do PSD desencadearem, na Assembleia da República, as iniciativas legislativas consonantes com aquilo que são as traves mestras do programa eleitoral do PSD, leia-se, neste contexto específico, fim da divisão da carreira e deste modelo de avaliação;
6) afirmação de um espírito de abertura e de diálogo com as estruturas representativas dos professores, incluindo os movimentos independentes, cujo papel decisivo na contestação às políticas educativas de Sócrates é reconhecido pelo PSD.
Torna-se importante confirmar, nos próximos dias, se os restantes partidos da oposição estão na disposição de acompanhar o PSD, na Assembleia da República, relativamente às iniciativas legislativas tendentes a pôr fim à divisão da carreira entre titulares e professores e ao actual modelo de avaliação, isto para a eventualidade de o PS ganhar as eleições legislativas, cenário que os professores tudo farão para evitar que venha a ocorrer.
Face aos distintos cenários eleitorais que estão em cima da mesa, o COMPROMISSO EDUCAÇÃO está em condições de assegurar (se os restantes partidos da oposição se mantiverem fiéis às suas posições, como é expectável) que ainda durante o 1º período lectivo os professores verão a divisão da carreira revogada e o modelo de avaliação do desempenho suspenso.
Octávio V Gonçalves
(NEP e NBlogger)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

CARTAZ DA MANIFESTAÇÃO DO PROTESTO DE DIA 19


Clica na imagem para ampliar.
Copia o cartaz e afixa-o na sala de professores da tua escola.
A luta faz-se com todos. Não podemos adormecer agora!

Publicada por APEDE