sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Protesto dia 19 de Setembro


A Escola do Presente apela à participação dos professores e professoras nas acções de protesto do próximo dia 19 de Setembro, em Lisboa.A defesa da escola pública inclusiva e dos direitos dos professores exigem que mantenhamos viva uma luta que é de toda a sociedade.

Numa altura em que se fazem escolhas determinantes para o futuro do país, não há razões para que os professores fiquem em casa e se limitem a esperar.

Assim, a Escola do Presente soldiariza-se com a acção convocada pela APEDE, MUP e PROmova e juntamos forças neste protesto.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

UMA GUERRA QUE TERÁ EFEITOS BREVEMENTE

"Guerra" com professores condenada pela OposiçãoDebate PS acusado de "desprestigiar" e "punir" classe, da Direita à EsquerdaO PS foi bombardeado com críticas quanto à "guerra" com os professores, da Esquerda à Direita, no debate sobre a educação promovido pelo JN, ontem, terça-feira, na Quinta das Lágrimas, em Coimbra. Mas manteve-se firme.

"Temos de pôr fim a esta novela. O modelo de avaliação só serve para castigar os professores. Temos de terminar com este clima de guerra. Fazer a avaliação dos professores, mas não através destes sistema, absolutamente kafkiano, que não serve para nada". As palavras de Ana Drago, do Bloco de Esquerda, não estão muito distantes do pensamento veiculado pelos demais partidos da Oposição, num debate em que também se falou muito de "facilitismo" e abandono escolar.

Todavia, o "ataque aos professores" - na expressão de João Oliveira, da CDU - esteve quase sempre no centro da discussão, com docentes a manifestarem, inclusivamente, o seu descontentamento a partir da plateia. Os representantes do Bloco, da CDU, do CDS e do PSD foram unânimes ao considerar o modelo de avaliação proposto pelo Governo uma forma de "desprestigiar" e "punir" estes profissionais. Aliás, de acordo com João Oliveira, "os professores estão tão desmotivados que preferem aposentar-se, mesmo com penalizações nas reformas".

A intervenção de Pedro Mota Soares, do CDS-PP, começou logo com a crítica ao "clima de perseguição, de diminuição da autoridade dos professores na escola e na sociedade que caracterizou a actuação do Ministério da Educação (ME) nos últimos quatro anos e meio". "Tivemos leis a mais, polémicas a mais, e resultados a menos", defendeu o responsável político, sugerindo um "sistema de avaliação justo e global", que analisasse outros aspectos. Os manuais escolares, por exemplo.

O social-democrata Pedro Duarte, por seu lado, condenou o ambiente de "guerrilha" e de "falta de tranquilidade" nas escolas. Mais adiante, pediu a suspensão imediata do polémico modelo de avaliação, frisando que, para partir para um novo, "não temos de inventar a roda". Melhor explicado: "Basta olhar para as boas práticas internacionais. Facilmente, em diálogo com os professores, construímos um modelo de avaliação que seja um elemento de melhoria e de motivação".

A socialista Manuela Melo não cedeu perante as investidas da Oposição. "Há princípios de que o PS não abdica", referiu. Como "ter consequências" ("Não há uma situação de avaliação que possa não ser formativa"), ou "premiar o mérito". Destacou, ainda, que o processo de avaliação já sofreu alterações", fruto do "debate constante" com as estruturas representativas dos docentes. "A avaliação dos professores será feita [com base] nos mesmos princípios, com adaptações, e penso que os próprios professores não o contestam", rematou.

Manuela Melo preferiu centrar-se noutros aspectos da governação socialista, no que à educação diz respeito. A saber: a permanência de mais alunos nas escolas, por via da obrigatoriedade do ensino; a "diversificação dos currículos escolares"; o esforço enorme" no sentido de requalificar um parque escolar que "estava muito degradado". O programa Novas Oportunidades foi outra bandeira erguida alto. "Ganhou muitos pais para a ideia de que a escola é fundamental", sustentou.

Pedro Duarte foi das vozes mais críticas do alegado "facilitismo" na educação: "É saudável que haja alunos a passar com nove negativas em 14 disciplinas?". "A palavra 'facilitismo' surgiu no discurso político quando os resultados começaram a aparecer", respondeu Manuela Melo.
Os professores presentes é que não pareceram satisfeitos com o cenário actual, nas escolas. António Monteiro, por exemplo, criticou a "indisciplina" reinante, as aulas de 90 minutos e as de substituição. "É uma escravatura terrível", lamentou.

In Jornal de Notícias.

Publicada por ILÍDIO TRINDADE

Política: Marketing e Verdade



Alguns políticos da nossa praça utilizam o marketing político de uma forma profissional.
Refiro-me, em particular, a José Sócrates, a Paulo Portas e a Francisco Louçã.
Todos falam bem, mesmo muito bem, todos eles fazem números políticos muito bem montados, todos se apresentam de forma muito cuidada e adaptada a cada ocasião (quem não tem presente os fatos Armani de Sócrates, a indumentária de Portas quando este visitava lavradores ou as camisas sem colarinho de Louçã, muito in e simultaneamente com um quê de contestatárias…).
Quanto ao comportamento político de cada um deles, sendo diferentes, convergem na utilização de apuradas estratégias de marketing.
José Sócrates, ao longo de 4 anos multiplicou as cerimónias de “encher o olho” quando anunciava projectos para anos depois (lembro-me da cerimónia do lançamento do Hospital do Algarve, previsto para 2013, na qual, em 2008 foram torrados 50 mil euros numa hora de festa!); diabolizou classes profissionais (principalmente juízes e professores) com o objectivo de as domesticar, ataca cirurgicamente adversários políticos a fim de os encostar às cordas, colando-os a ideias tão feitas quanto falsas (ex.: "o PSD quer privatizar a Segurança Social"); construiu em seu redor uma equipa altamente profissional de gestão política; desenvolveu uma estratégia de influência sobre a comunicação social como não há memória em Portugal desde 1976.
Paulo Portas, ideologicamente foi oscilando entre democracia-cristã, conservadorismo, liberalismo, algum populismo, por vezes mesmo centrismo. Adora sound bites, sabe escolher temas fortes (segurança, agricultura, combate ao rendimento social de inserção, etc.) para ancorar o seu partido (pouco enraizado na sociedade portuguesa) em nichos de mercado determinados, mais ou menos sugestionáveis.
Quanto a Louçã, o dominicano vermelho (sim porque franciscano nunca foi e jesuíta não pode ser considerado desde que revelou a sua sanha nacionalizadora e o seu ódio à burguesia), gere magistralmente a sua mensagem. Diz-se democrata mas é marxista, parece tolerante mas anseia esmagar as classes médias, excrescência entre o Capital e o proletariado; metralha a sociedade com temas ditos fracturantes (liberalização das drogas, casamento gay, eutanásia, etc.), ao mesmo tempo que a ataca nos seus alicerces mais profundos (família, casamento, etc.).
Sócrates, Portas e Louçã são três políticos profissionais, que conhecem bem os desejos e frustrações dos eleitores e que recorrem às mais elaboradas técnicas de marketing e ilusão política para angariar o seu voto.
Nos antípodas, Manuela Ferreira Leite é acusada de não fazer marketing, de não saber fazer números, de não saber ou querer fomentar ilusões, enfim, de não ser uma política moderna.
Já Jerónimo de Sousa, outro político que não percebe de marketing, está preso às quimeras do comunismo estalinista que o PCP finge esquecer (e aqui há marketing...) mas que nunca ousou renegar.
Entre uns e outros o Povo Português vai ter de escolher no próximo dia 27 de Setembro.
Vai escolher entre ilusão e realidade, marketing e verdade, oratória e simplicidade, aparência e autenticidade, forma e substância.
Oxalá saiba escolher bem, apesar de todas as fabulações que alguns procuram construir.


Publicado por Rui Crull Tabosa

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Na comunicação social o que parece é!

Não se pode dizer que de Espanha nem boa brisa nem boa Prisa, porque o clima para este monumental acto censório é da exclusiva responsabilidade de José Sócrates.35 anos depois da ditadura, digam lá o que disserem, não volta a haver o Jornal de Sexta da TVI e os seus responsáveis foram afastados à força.No fim da legislatura, em plena campanha eleitoral, conseguiram acabar com um bloco noticioso que divulgou peças fundamentais do processo Freeport.Sem o jornalismo da TVI não se tinha sabido do DVD de Charles Smith, nem do papel de "O Gordo" que é (também) primo de José Sócrates e que a Judiciária fotografou a sair de um balcão do BES com uma mala, depois de uma avultada verba ter sido disponibilizada pelos homens de Londres.Sem a pressão pública criada pela TVI o DVD não teria sido incluído na investigação da Procuradoria-geral da República porque Cândida Almeida, que coordena o processo, "não quer saber" do seu conteúdo e o Procurador-geral "está farto do Freeport até aos olhos".Com tais responsáveis pela Acção Penal, só resta à sociedade confiar na denúncia pública garantida pela liberdade de expressão que está agora comprometida com o silenciamento da fonte que mais se distinguiu na divulgação de pormenores importantes.É preciso ter a consciência de que, provavelmente, sem a TVI, não haveria conclusões do caso. Não as houve durante os anos em que simulacros de investigação e delongas judiciais de tacticismo jurídico-formal garantiram prolongada impunidade aos suspeitos.A carta fora do baralho manipulador foi a TVI, que semanalmente imprimiu um ritmo noticioso seguido por quase toda a comunicação social em Portugal. Argumenta-se agora que o estilo do noticiário era incómodo. O que tem que se ter em conta é que os temas que tratou são críticos para o país e não há maneira suave de os relatar.O regime que José Sócrates capturou com uma poderosa máquina de relações públicas tentou tudo para silenciar a incómoda fonte de perturbação que semanalmente denunciou a estranha agenda de despachos do seu Ministério do Ambiente, as singularidades do seu curriculum académico e as peculiaridades dos seus invulgares negócios imobiliários.Fragilizado pelas denúncias, Sócrates levou o tema ao Congresso do seu partido desferindo um despropositado ataque público aos órgãos de comunicação que o investigam, causando, pelos termos e tom usados, forte embaraço a muitos dos seus camaradas.Os impropérios de Sócrates lançados frente a convidados estrangeiros no Congresso internacionalizaram a imagem do desrespeito que o Chefe do Governo português tem pela liberdade de expressão.O caso, pela sua mão, passou de nacional a Ibérico. Em pleno período eleitoral, a Ibérica Prisa, ignorante do significado que para este país independente tem a liberdade de expressão, decidiu eliminar o foco de desconforto e transtorno estratégico do candidato socialista.É indiferente se agiu por conta própria ou se foi sensível às muitas mensagens de vociferado desagrado que Sócrates foi enviando. Não interessa nada que de Espanha não venha nem boa brisa nem boa Prisa porque a criação do clima para este monumental acto censório é da exclusiva responsabilidade do próprio Sócrates. É indiferente se a censura o favorece ou prejudica. O importante é ter em mente que, quem actua assim, não pode estar à frente de um país livre. Para Angola, Chile ou Líbia está bem. Para Portugal não serve.
In JN, 97/09/2009
Publicada por Octávio V Gonçalves

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

COMUNICADO CONJUNTO DO MUP, APEDE E PROMOVA


Na passada 4ª feira, dia 2 de Setembro, os Movimentos Independentes de Professores, APEDE, MUP e PROMOVA, e outros activistas que se têm envolvido neste processo de luta, estiveram reunidos para debaterem e tomarem uma posição conjunta sobre as iniciativas de luta a desenvolver no mês de Setembro. Do debate realizado, e após uma reflexão e troca de ideias conjuntas que teve como preocupação fundamental a manutenção da matriz essencial dos Movimentos de Professores, que é a sua independência, e a ponderação de diversos outros factores (aspectos de logística, mobilização, etc.) resultou a decisão, que agora se anuncia, da realização de uma MANIFESTAÇÃO DE PROTESTO DOS PROFESSORES, que irá decorrer, em simultâneo, em três locais distintos (Assembleia da República, Ministério da Educação e Palácio de Belém), no dia 19 de Setembro, às 15:00 horas, para que, de uma forma simbólica, articulada e original, os professores possam manifestar o seu veemente repúdio pelas políticas educativas em curso, deixando muito clara a sua disposição para continuarem a luta, caso o futuro governo, seja ele qual for, não concretizar as mudanças que temos vindo a exigir, constantes no "COMPROMISSO EDUCAÇÃO". Os detalhes organizativos e de pormenor sobre a concretização destas iniciativas serão comunicados em breve.Apelamos a todos os colegas para que divulguem e participem activamente nesta jornada de luta, no dia 19 de Setembro, que mostrará, uma vez mais, que os professores têm memória, não desmobilizam e continuam decididos e firmemente empenhados na sua luta cívica em defesa da Escola Pública e de um Ensino de qualidade.APEDE (Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino)MUP (Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores)PROMOVA (Professores Movimento de Valorização)
Publicada por ILÍDIO TRINDADE

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Vigília pela liberdade de imprensa


Quem puder, participe na Vigília pela Liberdade de Imprensa, amanhã, sexta-feira, 4-9-2009, pelas 20 horas, em frente da TVI, na Rua Mário Castelhano, n.º 40, Queluz de Baixo. E divulgue a inicitiva nos blogues, redes sociais e e-mail.A decisão, de hoje, 3-9-2009, da administração da Media Capital/TVI de cancelar o “Jornal Nacional de Sexta” da TVI, dirigido por Manuela Moura Guedes, justifica novamente a campanha de solidariedade com a informação da TVI, que aqui, e no Facebook, lançámos no final de Maio. Esta decisão, na véspera das eleições legislativas, cumula uma política de controlo dos media e de perseguição da liberdade de expressão pelo Governo do Partido Socialista, que definiu como adversário último a independência editorial da TVI, tentou a sua compra pela estatal PT, movimentou-se para a alteração da estrutura accionista, expulsou o director-geral José Eduardo Moniz, influencia a restrição sobre as notícias da estação sobre Sócrates, e, agora, elimina o Jornal Nacional de Sexta, motivando a demissão dos seus directores e o repúdio da redacção.É altura de resistir e conjurar a resistência face à domesticação da informação e perseguição das liberdades públicas. A liberdade não se adia.

Publicada por ILÍDIO TRINDADE

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

CHEGOU O TEMPO DE DECIDIR



Colegas,Chegou o tempo de decidir!
O histórico socialista Edmundo Pedro, numa entrevista a Rosa Ramos, publicada em 31 de Julho, afirma a dada altura: “…o maior erro (de José Sócrates) foi não ter afastado e substituído a ministra da Educação”
Houve realmente uma conjugação fatal nestes dois - um ódio visceral e totalmente absurdo à classe docente.
E será efectivamente este ódio que levará o P.S. à sua derrocada histórica em 27 de Setembro.
O ambiente insuportável que se viveu, levou muitos colegas à reforma antecipada. O enxovalho público não merecido, o excessivo tempo de permanência nas escolas, o trabalho burocrático, a divisão da carreira, a falta de tempo para preparação de aulas, o modelo de avaliação do desempenho imposto, o congelamento dos escalões, as mentiras, o facilitismo, a falta de educação dos alunos e o desrespeito de alguns Encarregados de Educação, tudo consentido e até propiciado por este M.E. de má memória, não poderia ter outro desfecho que não fosse este - a derrota já esperada do Partido Socialista!
Só a nossa classe contabiliza 150 mil votos acrescidos dos nossos familiares. Somos efectivamente uma força decisiva!
Como a nossa memória não é curta, não podemos descurar os contributos dos abjectos e incansáveis secretários de estado, Walter e Pedreira – escolhidos a dedo – que legislaram orquestradamente para nos retirar privilégios - a campanha irracional do padreco socialista da CONFAP - (Associação de Pais) - o tal que martirizou as professoras das filhas - e ainda outras tristes e frustradas personagens, como Fátima Campos Ferreira naqueles encomendados, “Prós e Contras” de segunda-feira…
Quem não se lembra daquele espectáculo onde ela, como previamente combinara deu a palavra a duas socialistas filiadas, Presidentes de Conselhos Executivos - A Armandina Soares, da Escola da Vialonga, e a Luisa Tavares Moreira, da Escola de Beiriz, em Póvoa do Varzim…que disseram maravilhas do modelo de avaliação…Quem pode esquecer essa ignomínia?
Aqui dou a palavra ao meu colega Francisco Silva, quando a propósito, de professoras desta categoria escreveu:
«O seu entusiasmo em fazer cumprir aquilo que está errado e que afronta toda a classe, não é um bom exemplo pedagógico e, já agora, lembrar-lhes-ia o episódio da História das Guerras Lusitanas, quando aqueles que, por meia dúzia de moedas, assassinaram Viriato à traição, as foram receber junto do Senado Romano, lhes foi dito que “…Roma não paga a traidores”. Para bom entendedor…»
Mas nós não baixámos os braços. Lutámos e cerrámos fileiras por três vezes em Lisboa. Mas continuámos para a tutela a sermos apenas uns “professorzecos”…
Concluímos ao fim de quatro anos ser Sócrates dotado de uma personalidade despótica e tiques provincianos de chico esperto, gravemente frustrado pelo conhecimento público do seu ilícito diploma de engenheiro. E constatámos ter uma Ministra intransigente e agressiva, com um percurso político estranho e problemático, entrecruzado por coincidência com o de Sócrates no seu MBA de dois dias, feito na escola onde ela era Directora. Também estranhámos ter a Ministra escondido do seu curriculum o curso do Magistério Primário, que só a dignificaria. Mas ela pelos vistos não pensa o mesmo...Reconhecemos sem dúvida duas personalidades com laivos de malvadez, unidos num ódio feroz e irracional aos professores… Só que esse ódio pode ter-lhes sido fatal .
Como tudo tem um fim, quer para uns quer para outros, “ Não há mal que sempre dure nem bem que se não acabe”, parece ser chegada a hora do adeus.
Por tudo isto, o histórico socialista Edmundo Pedro, tem toda a razão ao afirmar: “…o maior erro (de José Sócrates) foi não ter afastado e substituído a ministra da Educação”
Custará ao P.S. uma derrota histórica. Enquanto os professores se lembrarem de como este P.S. de Sócrates os tratou, dificilmente lhe darão o voto.
Um partido não é uma religião nem um clube. A nossa vontade é decisiva, porque essa liberdade, pelo menos, ainda temos. E nestes quatro anos de ditadura socrática os portugueses perceberam que este desgoverno P.S. e esta política educativa eles não querem mais.
Agora a nossa escolha ditará o Governo de Portugal, o futuro da nossa classe e da nossa carreira e o futuro do País que queremos para os nossos filhos: um País onde a carreira docente seja respeitada, sem mentiras, sem censura na comunicação social, sem escândalos socretinos, sem corruptos, sem ditadores, sem vigaristas e sem bufos infiltrados!!!
Queremos um País que cresça na medida das suas possibilidades, não um País mais endividado ainda com projectos megalómanos de TGV, continuando a ter como timoneiro um P.M. autista, ditador, egocêntrico e vaidoso que já só se contenta com fatinhos encomendados “Armani” (foi o 6.º mais elegante pelo jornal espanhol El Mundo)...
Que País conhecem onde é recusada a aposentação a professores cancerosos em estado terminal...que têm de suportar a tortura de sofrerem e morrerem em serviço? Mas eles fizeram-no! E três professores morreram com cancro e ao serviço (na boca, na faringe e nas cordas vocais)...
Em que país e que P. M. deixa ser publicado um livro elogioso e patético sobre a sua pessoa com o nome " O menino de Ouro"??? Tanta imodéstia, e tanto pedantismo é absurdamente caricatural...
Chega de gozarem com a nossa cara!
Chega de verborreia de cassette pirata…
M.F.L. promete no seu programa do P.S.D. anular tudo o que Lurdes Rodrigues fez. Terá certamente a grande maioria dos votos dos professores, como força alternativa que é...
Somos muitos, e as nossas famílias estão connosco.
As outras hipóteses serão o Bloco de Esquerda, o P.C. ou o C.D.S.
Cabe a cada um de nós decidir!
P.S. JAMAIS!!!!!
Um Bom Ano Lectivo!!!

Publicada por ILÍDIO TRINDADE