terça-feira, 8 de setembro de 2009

Na comunicação social o que parece é!

Não se pode dizer que de Espanha nem boa brisa nem boa Prisa, porque o clima para este monumental acto censório é da exclusiva responsabilidade de José Sócrates.35 anos depois da ditadura, digam lá o que disserem, não volta a haver o Jornal de Sexta da TVI e os seus responsáveis foram afastados à força.No fim da legislatura, em plena campanha eleitoral, conseguiram acabar com um bloco noticioso que divulgou peças fundamentais do processo Freeport.Sem o jornalismo da TVI não se tinha sabido do DVD de Charles Smith, nem do papel de "O Gordo" que é (também) primo de José Sócrates e que a Judiciária fotografou a sair de um balcão do BES com uma mala, depois de uma avultada verba ter sido disponibilizada pelos homens de Londres.Sem a pressão pública criada pela TVI o DVD não teria sido incluído na investigação da Procuradoria-geral da República porque Cândida Almeida, que coordena o processo, "não quer saber" do seu conteúdo e o Procurador-geral "está farto do Freeport até aos olhos".Com tais responsáveis pela Acção Penal, só resta à sociedade confiar na denúncia pública garantida pela liberdade de expressão que está agora comprometida com o silenciamento da fonte que mais se distinguiu na divulgação de pormenores importantes.É preciso ter a consciência de que, provavelmente, sem a TVI, não haveria conclusões do caso. Não as houve durante os anos em que simulacros de investigação e delongas judiciais de tacticismo jurídico-formal garantiram prolongada impunidade aos suspeitos.A carta fora do baralho manipulador foi a TVI, que semanalmente imprimiu um ritmo noticioso seguido por quase toda a comunicação social em Portugal. Argumenta-se agora que o estilo do noticiário era incómodo. O que tem que se ter em conta é que os temas que tratou são críticos para o país e não há maneira suave de os relatar.O regime que José Sócrates capturou com uma poderosa máquina de relações públicas tentou tudo para silenciar a incómoda fonte de perturbação que semanalmente denunciou a estranha agenda de despachos do seu Ministério do Ambiente, as singularidades do seu curriculum académico e as peculiaridades dos seus invulgares negócios imobiliários.Fragilizado pelas denúncias, Sócrates levou o tema ao Congresso do seu partido desferindo um despropositado ataque público aos órgãos de comunicação que o investigam, causando, pelos termos e tom usados, forte embaraço a muitos dos seus camaradas.Os impropérios de Sócrates lançados frente a convidados estrangeiros no Congresso internacionalizaram a imagem do desrespeito que o Chefe do Governo português tem pela liberdade de expressão.O caso, pela sua mão, passou de nacional a Ibérico. Em pleno período eleitoral, a Ibérica Prisa, ignorante do significado que para este país independente tem a liberdade de expressão, decidiu eliminar o foco de desconforto e transtorno estratégico do candidato socialista.É indiferente se agiu por conta própria ou se foi sensível às muitas mensagens de vociferado desagrado que Sócrates foi enviando. Não interessa nada que de Espanha não venha nem boa brisa nem boa Prisa porque a criação do clima para este monumental acto censório é da exclusiva responsabilidade do próprio Sócrates. É indiferente se a censura o favorece ou prejudica. O importante é ter em mente que, quem actua assim, não pode estar à frente de um país livre. Para Angola, Chile ou Líbia está bem. Para Portugal não serve.
In JN, 97/09/2009
Publicada por Octávio V Gonçalves

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

COMUNICADO CONJUNTO DO MUP, APEDE E PROMOVA


Na passada 4ª feira, dia 2 de Setembro, os Movimentos Independentes de Professores, APEDE, MUP e PROMOVA, e outros activistas que se têm envolvido neste processo de luta, estiveram reunidos para debaterem e tomarem uma posição conjunta sobre as iniciativas de luta a desenvolver no mês de Setembro. Do debate realizado, e após uma reflexão e troca de ideias conjuntas que teve como preocupação fundamental a manutenção da matriz essencial dos Movimentos de Professores, que é a sua independência, e a ponderação de diversos outros factores (aspectos de logística, mobilização, etc.) resultou a decisão, que agora se anuncia, da realização de uma MANIFESTAÇÃO DE PROTESTO DOS PROFESSORES, que irá decorrer, em simultâneo, em três locais distintos (Assembleia da República, Ministério da Educação e Palácio de Belém), no dia 19 de Setembro, às 15:00 horas, para que, de uma forma simbólica, articulada e original, os professores possam manifestar o seu veemente repúdio pelas políticas educativas em curso, deixando muito clara a sua disposição para continuarem a luta, caso o futuro governo, seja ele qual for, não concretizar as mudanças que temos vindo a exigir, constantes no "COMPROMISSO EDUCAÇÃO". Os detalhes organizativos e de pormenor sobre a concretização destas iniciativas serão comunicados em breve.Apelamos a todos os colegas para que divulguem e participem activamente nesta jornada de luta, no dia 19 de Setembro, que mostrará, uma vez mais, que os professores têm memória, não desmobilizam e continuam decididos e firmemente empenhados na sua luta cívica em defesa da Escola Pública e de um Ensino de qualidade.APEDE (Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino)MUP (Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores)PROMOVA (Professores Movimento de Valorização)
Publicada por ILÍDIO TRINDADE

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Vigília pela liberdade de imprensa


Quem puder, participe na Vigília pela Liberdade de Imprensa, amanhã, sexta-feira, 4-9-2009, pelas 20 horas, em frente da TVI, na Rua Mário Castelhano, n.º 40, Queluz de Baixo. E divulgue a inicitiva nos blogues, redes sociais e e-mail.A decisão, de hoje, 3-9-2009, da administração da Media Capital/TVI de cancelar o “Jornal Nacional de Sexta” da TVI, dirigido por Manuela Moura Guedes, justifica novamente a campanha de solidariedade com a informação da TVI, que aqui, e no Facebook, lançámos no final de Maio. Esta decisão, na véspera das eleições legislativas, cumula uma política de controlo dos media e de perseguição da liberdade de expressão pelo Governo do Partido Socialista, que definiu como adversário último a independência editorial da TVI, tentou a sua compra pela estatal PT, movimentou-se para a alteração da estrutura accionista, expulsou o director-geral José Eduardo Moniz, influencia a restrição sobre as notícias da estação sobre Sócrates, e, agora, elimina o Jornal Nacional de Sexta, motivando a demissão dos seus directores e o repúdio da redacção.É altura de resistir e conjurar a resistência face à domesticação da informação e perseguição das liberdades públicas. A liberdade não se adia.

Publicada por ILÍDIO TRINDADE

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

CHEGOU O TEMPO DE DECIDIR



Colegas,Chegou o tempo de decidir!
O histórico socialista Edmundo Pedro, numa entrevista a Rosa Ramos, publicada em 31 de Julho, afirma a dada altura: “…o maior erro (de José Sócrates) foi não ter afastado e substituído a ministra da Educação”
Houve realmente uma conjugação fatal nestes dois - um ódio visceral e totalmente absurdo à classe docente.
E será efectivamente este ódio que levará o P.S. à sua derrocada histórica em 27 de Setembro.
O ambiente insuportável que se viveu, levou muitos colegas à reforma antecipada. O enxovalho público não merecido, o excessivo tempo de permanência nas escolas, o trabalho burocrático, a divisão da carreira, a falta de tempo para preparação de aulas, o modelo de avaliação do desempenho imposto, o congelamento dos escalões, as mentiras, o facilitismo, a falta de educação dos alunos e o desrespeito de alguns Encarregados de Educação, tudo consentido e até propiciado por este M.E. de má memória, não poderia ter outro desfecho que não fosse este - a derrota já esperada do Partido Socialista!
Só a nossa classe contabiliza 150 mil votos acrescidos dos nossos familiares. Somos efectivamente uma força decisiva!
Como a nossa memória não é curta, não podemos descurar os contributos dos abjectos e incansáveis secretários de estado, Walter e Pedreira – escolhidos a dedo – que legislaram orquestradamente para nos retirar privilégios - a campanha irracional do padreco socialista da CONFAP - (Associação de Pais) - o tal que martirizou as professoras das filhas - e ainda outras tristes e frustradas personagens, como Fátima Campos Ferreira naqueles encomendados, “Prós e Contras” de segunda-feira…
Quem não se lembra daquele espectáculo onde ela, como previamente combinara deu a palavra a duas socialistas filiadas, Presidentes de Conselhos Executivos - A Armandina Soares, da Escola da Vialonga, e a Luisa Tavares Moreira, da Escola de Beiriz, em Póvoa do Varzim…que disseram maravilhas do modelo de avaliação…Quem pode esquecer essa ignomínia?
Aqui dou a palavra ao meu colega Francisco Silva, quando a propósito, de professoras desta categoria escreveu:
«O seu entusiasmo em fazer cumprir aquilo que está errado e que afronta toda a classe, não é um bom exemplo pedagógico e, já agora, lembrar-lhes-ia o episódio da História das Guerras Lusitanas, quando aqueles que, por meia dúzia de moedas, assassinaram Viriato à traição, as foram receber junto do Senado Romano, lhes foi dito que “…Roma não paga a traidores”. Para bom entendedor…»
Mas nós não baixámos os braços. Lutámos e cerrámos fileiras por três vezes em Lisboa. Mas continuámos para a tutela a sermos apenas uns “professorzecos”…
Concluímos ao fim de quatro anos ser Sócrates dotado de uma personalidade despótica e tiques provincianos de chico esperto, gravemente frustrado pelo conhecimento público do seu ilícito diploma de engenheiro. E constatámos ter uma Ministra intransigente e agressiva, com um percurso político estranho e problemático, entrecruzado por coincidência com o de Sócrates no seu MBA de dois dias, feito na escola onde ela era Directora. Também estranhámos ter a Ministra escondido do seu curriculum o curso do Magistério Primário, que só a dignificaria. Mas ela pelos vistos não pensa o mesmo...Reconhecemos sem dúvida duas personalidades com laivos de malvadez, unidos num ódio feroz e irracional aos professores… Só que esse ódio pode ter-lhes sido fatal .
Como tudo tem um fim, quer para uns quer para outros, “ Não há mal que sempre dure nem bem que se não acabe”, parece ser chegada a hora do adeus.
Por tudo isto, o histórico socialista Edmundo Pedro, tem toda a razão ao afirmar: “…o maior erro (de José Sócrates) foi não ter afastado e substituído a ministra da Educação”
Custará ao P.S. uma derrota histórica. Enquanto os professores se lembrarem de como este P.S. de Sócrates os tratou, dificilmente lhe darão o voto.
Um partido não é uma religião nem um clube. A nossa vontade é decisiva, porque essa liberdade, pelo menos, ainda temos. E nestes quatro anos de ditadura socrática os portugueses perceberam que este desgoverno P.S. e esta política educativa eles não querem mais.
Agora a nossa escolha ditará o Governo de Portugal, o futuro da nossa classe e da nossa carreira e o futuro do País que queremos para os nossos filhos: um País onde a carreira docente seja respeitada, sem mentiras, sem censura na comunicação social, sem escândalos socretinos, sem corruptos, sem ditadores, sem vigaristas e sem bufos infiltrados!!!
Queremos um País que cresça na medida das suas possibilidades, não um País mais endividado ainda com projectos megalómanos de TGV, continuando a ter como timoneiro um P.M. autista, ditador, egocêntrico e vaidoso que já só se contenta com fatinhos encomendados “Armani” (foi o 6.º mais elegante pelo jornal espanhol El Mundo)...
Que País conhecem onde é recusada a aposentação a professores cancerosos em estado terminal...que têm de suportar a tortura de sofrerem e morrerem em serviço? Mas eles fizeram-no! E três professores morreram com cancro e ao serviço (na boca, na faringe e nas cordas vocais)...
Em que país e que P. M. deixa ser publicado um livro elogioso e patético sobre a sua pessoa com o nome " O menino de Ouro"??? Tanta imodéstia, e tanto pedantismo é absurdamente caricatural...
Chega de gozarem com a nossa cara!
Chega de verborreia de cassette pirata…
M.F.L. promete no seu programa do P.S.D. anular tudo o que Lurdes Rodrigues fez. Terá certamente a grande maioria dos votos dos professores, como força alternativa que é...
Somos muitos, e as nossas famílias estão connosco.
As outras hipóteses serão o Bloco de Esquerda, o P.C. ou o C.D.S.
Cabe a cada um de nós decidir!
P.S. JAMAIS!!!!!
Um Bom Ano Lectivo!!!

Publicada por ILÍDIO TRINDADE

domingo, 26 de julho de 2009

Olá a todos!


Este blog vai de férias, voltará em Setembro. A todos os visitantes e amigos umas boas e descansadas férias.


Até Setembro! Um abraço!


Safira

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ministra mentirosa!


Maria de Lurdes Rodrigues deve ter um calendário no seu gabinete onde vai riscando com fervor os dias que faltam para sair do cargo e ser recompensada pelos serviços prestados ao seu adorado engenheiro.
Enquanto não vai e não vê o nome no Guiness da 5 de Outubro, faz os possíveis por deixar rasto na forma de declarações que deturpam completamente os factos como na sua visita – já mais bem dispostinha – à Comissão de Educação do Parlamento:


Avaliação de desempenho docente garante ao país que não há progressões automáticas
(…)Durante uma audição na Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, Maria de Lurdes Rodrigues defendeu que “o pior que poderia ter acontecido” era a suspensão da avaliação de desempenho, sublinhando que o Governo “deu a garantia ao país de que não há progressões automáticas”.
“Este processo, apesar de difícil, conflituoso e turbulento, chegou a resultados positivos. A avaliação é hoje um facto incontornável nas escolas, a progressão deixou de ser automática e há uma diferenciação dos professores. Nada disto existia”, afirmou a ministra.


Isto é objectivamente mentira.


Não existiam progressões automáticas. Aliás, talvez agora seja mais correcto dizer que existem progressões automáticas, pois basta fazer a fichinha do Ministério, ter dados as aulitas e apresentar acções de formação desde o ano de 1876 e lá se tem o Bom para progredir. Antes pelo menos as acções de formação eram as do período em avaliação e o relatório crítico era bem mais exigente que a fichinha de autoavaliação, da qual em algumas escolas só se preenchem uns oito parâmetros com banalidades.
É que não se vê a hora da senhora se ir embora e calar-se. Ao menos que falasse verdade…

Posted by Paulo Guinote


quinta-feira, 23 de julho de 2009

AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES (1998 - 2009)

Se as intenções de implementar um modelo efectivamente meritocrático do desempenho docentes são duvidosas – continua a ser mais credível que o modelo apenas pretendia legitimar a divisão da carreira com estrangulamento na progressão por razões orçamentais -, então a concretização desse modelo através dos simplex arrasa qualquer pretensão nesse sentido.
Aquilo que se exige a um professor para ter Bom é menos, muito menos, do que aquilo que se pedia a um professor há cinco anos atrás para ter Suficiente. Prová-lo é simples e basta recorrermos à comparação entre os parâmetros que faziam parte do anterior relatório crítico e os que agora fazem da fichinha de auto-avaliação:
Vejamos o que estava em causa na avaliação feita com base no decreto regulamentar 11/98 de 15 de Maio:
Quadro de referência para a elaboração do documento de reflexão críticaActividade do docente
1 – Conteúdo:
1.1 – Serviço distribuído (componente lectiva e componente não lectiva);
1.2 – Cargos desempenhados, considerando:
1.2.1 – Administração e gestão;
1.2.2 – Orientação educativa;
1.2.3 – Supervisão pedagógica;
1.2.4 – Outros.
2 – Desenvolvimento do processo ensino/aprendizagem:
2.1 – Planificação do processo ensino/aprendizagem,considerando:
2.1.1 – Selecção de modelos e métodos pedagógicos,
2.1.2 – Cumprimento dos núcleos essenciais dos conteúdos programáticos;
2.1.3 – Cooperação com os professores da escola/turma/grupo disciplinar;
2.1.4 – Outros aspectos relevantes;
2.2 – Concepção, selecção e utilização de instrumentos pedagógicos auxiliares do processo ensino/aprendizagem, considerando:
2.2.1 – Manuais escolares;
2 2.2 – Outros;
2.3 – Processo de avaliação dos alunos, considerando:
2.3.1 – Critérios de avaliação e definição de conteúdos nucleares da aprendizagem para a progressão dos alunos;
2.3.2 – Aferição dos critérios para uma coerência pedagógica da aprendizagem;
2.3.3 – Práticas inovadoras no processo de avaliação dos alunos;
2.3.4 – Outros aspectos relevantes;
2.4 – Participação, em actividades de apoio pedagógico e de diversificação curricular;2.5 – Participação na organização de actividades de complemento curricular.
3 – Análise crítica do processo de acompanhamento dos alunos, considerando:
3.1 – Informação e orientação dos alunos (vocacional e profissional);
3.2 – Detecção de dificuldades na aprendizagem e desenvolvimento de estratégias para a sua superação;
3.3 – Gestão de conflitos comportamentais e de índole disciplinar na sala de aula e na escola e desenvolvimento de estratégias para a sua superação;
3.4 – Relacionamento com os encarregados de educação;
3.5 – Outros.
4 – Participação em actividades desenvolvidas na escola, considerando:
4.1 – Projecto educativo;
4.2 – Área-escola;
4.3 – Formação;
4.4 – Projectos culturais, artísticos e desportivos, considerando:
4.4.1 – Participação em projectos culturais locais e de defesa do património;
4.4.2 – Organização e participação em visitas de estudo;
4.5 – Outros aspectos relevantes.
5 – Participação na articulação da intervenção da comunidade educativa na vida da escola.
6 – Promoção e participação em actividades intergeracionais.
7 – Participação em actividades no domínio do combate à exclusão.
8 – Participação em actividades no domínio da promoção da interculturalidade.
9 – Participação em actividades de solidariedade social.
10 – Formação:
10.1 – Plano individual de formação, considerando:
10.1.1 – Identificação das necessidades de formação, designadamente nos planos científico-pedagógico e profissional;
10.1.2 – Articulação do plano individual de formação com o plano de formação da escola/associação de escolas;
10.1.3 – Participação em equipas de formação para a inovação e a qualidade;
10.2 – Formação contínua, considerando:
10.2.1 – A articulação das acções de formação realizadas com o plano individual de formação;
10.2.2 – Actividades de aperfeiçoamento profissional e académico, nomeadamente participação em seminários, conferências, colóquios e jornadas pedagógicas;
10.2.3 – Outras actividades relevantes;
10.3 – Formações acrescidas, considerando:
10.3.1 – Graus académicos;
10.3.2 – Outros diplomas.
11 – Assiduidade do docente.
12 – Actividades de substituição.
13 – Outras actividades relevantes no currículo do docente.
14 – Estudos e trabalhos realizados e publicados.
15 – Louvores.
16 – Sanções disciplinares.

Vejamos agora o que é pedido de acordo com o decreto-regulamentar 1-A/2009, quanto ao preenchimento da ficha-de auto-avaliação, seguindo o modelo proposto pelo Ministério:
Como avalia o cumprimento do serviço lectivo e dos seus objectivos individuais estabelecidos neste âmbito?
Como avalia o seu trabalho no âmbito da preparação e organização das actividades lectivas? Identifique sumariamente os recursos e instrumentos utilizados e os respectivos objectivos.
Como avalia a concretização das actividades lectivas e o cumprimento dos objectivos de aprendizagem dos seus alunos? Identifique as principais dificuldades e as estratégias que usou para as superar.
Como avalia a relação pedagógica que estabeleceu com os seus alunos e o conhecimento que tem de cada um deles?
Como avalia o apoio que prestou à aprendizagem dos seus alunos?
Como avalia o trabalho que realizou no âmbito da avaliação das aprendizagens dos alunos? Identifique sumariamente os instrumentos que utilizou para essa avaliação e os respectivos objectivos.
Como avalia o seu contributo para a vida da escola e em particular a sua participação nos projectos e actividades previstos ao nível da escola/agrupamento e da turma (designadamente, no 1.º ciclo, na supervisão das actividades de enriquecimento curricular)?
Identifique as actividades que dinamizou e/ou em que participou.
Como avalia a sua participação nas estruturas de orientação educativa e nos órgãos de gestão e o contributo que deu para o seu funcionamento?
Como avalia o estado de actualização dos seus conhecimentos científicos e pedagógicos e a sua capacidade de utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação?
Refira as acções de formação contínua realizadas e a classificação nelas obtida e avalie o contributo de cada uma delas para o seu desempenho profissional
Identifique sumariamente as suas necessidades de formação e de desenvolvimento profissional
Como avalia a relação que estabeleceu com a comunidade e o cumprimento dos seus objectivos individuais definidos neste âmbito?

Podem acusar o modelo anterior de muitos males e diversas lacunas, mas então para sermos honestos temos de admitir que o simplex2 é ainda menos exigente e muito mais lacunar quanto ao que exige a um docente para obter a classificação indispensável para progredir na carreira.

Posted by Paulo Guinote