
quarta-feira, 8 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
NOVO LOGOTIPO DO PS
CONCURSO DE 2009...

CONCURSOS E QUEDA DE MÁSCARAS
Posição do Promova, que o MUP subscreve, relativamente ao Concurso de 2009.
Concursos de docentes 2009: caem as máscaras das políticas educativas de Sócrates e de Maria de Lurdes Rodrigues
A análise das colocações resultantes dos Concursos de Docentes 2009 permite, desde já, desmascarar, tanto a intencionalidade que está subjacente às políticas educativas deste Governo, como aquilo que têm sido as suas práticas de manipulação estatística de dados, procurando dissimular a gravidade das situações.
Atentemos, pois, no seguinte:
1) Estes concursos mostram à evidência que o Governo e o Ministério da Educação se orientam, exclusivamente, por critérios economicistas, visando poupar na área do desenvolvimento do país em que se deveria verdadeiramente investir, ou seja, na Educação (talvez para o Estado poder dispor de recursos financeiros para salvar a banca especulativa). É absolutamente incompreensível que ao mesmo tempo que se investe em planos para isto e para aquilo, que se integram crianças deficientes e com necessidades educativas especiais no sistema público de ensino, que se aposta nos cursos profissionais e no prolongamento da escolaridade, este seja um dos concursos mais excludentes de sempre, deixando de fora das vagas de quadro cerca de 99% dos novos candidatos. A esta exclusão acrescem os milhares de professores dos quadros de zona pedagógica que se viram impossibilitados de aceder às vagas de quadro de escola/agrupamento, ao arrepio de expectativas e de declarações em sentido contrário dos responsáveis ministeriais. Deste ponto de vista, estes concursos dão bem a ideia do logro das políticas educativas deste Governo, pois não se pode aumentar a qualidade e o número das omeletas pela via da eliminação generalizada dos ovos. Trata-se de uma aposta na precariedade e nas soluções transitórias;
2) Estes concursos deixam cair a máscara da estabilidade, pois 60% dos docentes não obtiveram colocação na sua primeira prioridade, o que se traduz em perspectivas de afastamento das suas áreas de residência, com a agravante de se verem agora condenados a um afastamento de 4 anos;
3) Estes concursos deixam cair a máscara da transparência de procedimentos, sonegando as vagas libertadas pelos concursos TEIP, as quais poderiam e deveriam ter sido disponibilizadas nestes concursos ou, então, ser dada a possibilidade de os professores agora colocados se poderem vir a candidatar às mesmas;
É necessário estar atento a eventuais erros nestas colocações, bem como à gestão de vagas para o que ainda falta em termos de colocações ou a jogadas de colocações por transferências decididas localmente para vagas “misteriosas”. Pois, de tudo isto aconteceu no último concurso de docentes.
Os sindicatos e os movimentos de professores vão estar atentos às manobras de afectação/requisição particular de professores e vão exigir ao próximo Governo a abertura de um concurso, no próximo ano lectivo, para prover às necessidades reais das escolas e para permitir a mobilidade de milhares de professores colocados fora das suas áreas de residência e que não merecem ter sido condenados a quatro anos de instabilidade e martírio.
Publicada por ILÍDIO TRINDADE
Posição do Promova, que o MUP subscreve, relativamente ao Concurso de 2009.
Concursos de docentes 2009: caem as máscaras das políticas educativas de Sócrates e de Maria de Lurdes Rodrigues
A análise das colocações resultantes dos Concursos de Docentes 2009 permite, desde já, desmascarar, tanto a intencionalidade que está subjacente às políticas educativas deste Governo, como aquilo que têm sido as suas práticas de manipulação estatística de dados, procurando dissimular a gravidade das situações.
Atentemos, pois, no seguinte:
1) Estes concursos mostram à evidência que o Governo e o Ministério da Educação se orientam, exclusivamente, por critérios economicistas, visando poupar na área do desenvolvimento do país em que se deveria verdadeiramente investir, ou seja, na Educação (talvez para o Estado poder dispor de recursos financeiros para salvar a banca especulativa). É absolutamente incompreensível que ao mesmo tempo que se investe em planos para isto e para aquilo, que se integram crianças deficientes e com necessidades educativas especiais no sistema público de ensino, que se aposta nos cursos profissionais e no prolongamento da escolaridade, este seja um dos concursos mais excludentes de sempre, deixando de fora das vagas de quadro cerca de 99% dos novos candidatos. A esta exclusão acrescem os milhares de professores dos quadros de zona pedagógica que se viram impossibilitados de aceder às vagas de quadro de escola/agrupamento, ao arrepio de expectativas e de declarações em sentido contrário dos responsáveis ministeriais. Deste ponto de vista, estes concursos dão bem a ideia do logro das políticas educativas deste Governo, pois não se pode aumentar a qualidade e o número das omeletas pela via da eliminação generalizada dos ovos. Trata-se de uma aposta na precariedade e nas soluções transitórias;
2) Estes concursos deixam cair a máscara da estabilidade, pois 60% dos docentes não obtiveram colocação na sua primeira prioridade, o que se traduz em perspectivas de afastamento das suas áreas de residência, com a agravante de se verem agora condenados a um afastamento de 4 anos;
3) Estes concursos deixam cair a máscara da transparência de procedimentos, sonegando as vagas libertadas pelos concursos TEIP, as quais poderiam e deveriam ter sido disponibilizadas nestes concursos ou, então, ser dada a possibilidade de os professores agora colocados se poderem vir a candidatar às mesmas;
É necessário estar atento a eventuais erros nestas colocações, bem como à gestão de vagas para o que ainda falta em termos de colocações ou a jogadas de colocações por transferências decididas localmente para vagas “misteriosas”. Pois, de tudo isto aconteceu no último concurso de docentes.
Os sindicatos e os movimentos de professores vão estar atentos às manobras de afectação/requisição particular de professores e vão exigir ao próximo Governo a abertura de um concurso, no próximo ano lectivo, para prover às necessidades reais das escolas e para permitir a mobilidade de milhares de professores colocados fora das suas áreas de residência e que não merecem ter sido condenados a quatro anos de instabilidade e martírio.
Publicada por ILÍDIO TRINDADE
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Os professores não deixarão de lutar...

QZP E CONTRATADOS, O ELO MAIS FRACO!
Noventa e nove por cento dos docentes que concorreram para ingressar em quadro não o conseguiram e quarenta e um por cento do total de docentes dos QZP não obtiveram colocação no novo quadro criado (Quadro de Agrupamento).Tendo em conta a forma como o esquema numérico foi apresentado pelo Ministério da Educação, vem, assim, provar-se que os responsáveis políticos por esta pasta continuam na sua senda de confronto e afronta dos professores, especialmente QZP e contratados.Muitos destes professores sentiram, já no ano transacto, a pressão de uma avaliação desnorteada a troco de uma oportunidade de vinculação com o Estado. No entanto, acabaram de novo tratados como o elo mais fraco de uma cadeia em ruínas, como meros funcionários descartáveis e tapa-buracos. A paciência tem limites!O MUP já tinha alertado para a situação que agora se verifica e continua a exigir que ela seja revista, de forma a corrigir as injustiças criadas, a instabilidade que provoca e a degradação a que leva.Os professores não desistirão de lutar pela sua dignidade pessoal, profissional e cívica.
Noventa e nove por cento dos docentes que concorreram para ingressar em quadro não o conseguiram e quarenta e um por cento do total de docentes dos QZP não obtiveram colocação no novo quadro criado (Quadro de Agrupamento).Tendo em conta a forma como o esquema numérico foi apresentado pelo Ministério da Educação, vem, assim, provar-se que os responsáveis políticos por esta pasta continuam na sua senda de confronto e afronta dos professores, especialmente QZP e contratados.Muitos destes professores sentiram, já no ano transacto, a pressão de uma avaliação desnorteada a troco de uma oportunidade de vinculação com o Estado. No entanto, acabaram de novo tratados como o elo mais fraco de uma cadeia em ruínas, como meros funcionários descartáveis e tapa-buracos. A paciência tem limites!O MUP já tinha alertado para a situação que agora se verifica e continua a exigir que ela seja revista, de forma a corrigir as injustiças criadas, a instabilidade que provoca e a degradação a que leva.Os professores não desistirão de lutar pela sua dignidade pessoal, profissional e cívica.
Publicada por ILÍDIO TRINDADE
domingo, 5 de julho de 2009
O Bloco Esquerda apresentou hoje o seu programa eleitoral e compromete-se na defesa da Educação...

"O Bloco de Esquerda apresentou hoje o seu programa eleitoral. Das muitas páginas consagradas à Educação, deixo aqui três ou quatro tópicos que referem especificamente aquilo que diz respeito ao trabalho dos professores:" do blogue Pérola da Cultura
PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO:
MOTIVAR E VALORIZAR PARA RESPONSABILIZAR
O Bloco de Esquerda compromete-se na defesa:
• da estabilidade profissional e contra a precarização;
• do fim da fractura entre professores de primeira e de segunda, sublinhada como um dos ataques mais lesivos da escola pública e que não foi fundada nem em critérios de qualidade nem em conteúdos funcionais diferenciáveis;
• por uma avaliação credível, que se inicia pelas escolas em contexto, alia vertentes internas e externas, e assuma a responsabilidade colectiva do trabalho docente;
• por um horário de trabalho que reconheça o aumento do tempo de qualidade para todo o trabalho docente vergonhosamente silenciado, e para dar resposta às exigências de mudança na escola pública;
• pela componente colectiva do trabalho docente como uma das vertentes mais positivas da sua actividade e como um dos aspectos que mais conteúdo dão à relação com os alunos/as.
PROGRAMA PARA UM GOVERNO QUE RESPONDA À URGÊNCIA DA CRISE SOCIAL, capítulo 3 - pp. 43/44. Pode ler o programa integralmente em Portal do Bloco de Esquerda
sábado, 4 de julho de 2009
OS CHIFRES
Dizem que o Sócrates teve azar com o ministro Manuel Pinho... Não é azar... Se eu convidar um ladrão para visitar a minha casa e se for roubado, não é azar, é estupidez...O Sócrates não o demitiu quando ele se espetou na China com a barata mão-de-obra portuguesa, quando infringiram a lei juntos num avião, quando andou a comer papas Maizena... acabou por demiti-lo, quando lhe pôs os "cornos"... Sim, porque Manuel Pinho não "pôs os cornos" ao Bernardino Soares, mas ao Sócrates...Também do Mário Lino aceitou todos os disparates, desde o "jamé" até à velhice...Deixa que o Ministro da Agricultura o desminta em público...Mantém em funções uma Margarida Moreira da DREN, depois de perseguir quem tinha opiniões diferentes...Deixa que utilizem o seu nome para extorquir dinheiro e pressionar magistrados...Escolheu para Ministra de Educação alguém que tinha perdido a custódia da própria filha e manteve-a, apesar de ter destruído a escola pública e de não conseguir entra num estabelecimento de ensino, quando lá estão alunos...Ficou muito admirado por ter perdido as eleições europeias, depois de ter maltratado os professores que o tinham eleito... Se ele agradece assim a quem o elege, o que não fará, se por obra do Diabo (que também tem chifres), ganhar as próximas eleições...o líder tem de saber escolher e disciplinar a sua equipa. Quem os deixa cometer todos os excessos sem penalização, mais vale dar o lugar a outro... O ..... é sempre o último a saber...O Manuel Pinho não foi penalizado, saiu a tempo do barco naufragado...Professor Português
Publicada por Elídio Trindade
quinta-feira, 2 de julho de 2009
A canção que se impõe no momento...

Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro
as feras.
Ninguém nos leva ao engano
toureamos mano a mano
só nos podem causar dano
espera.
Entram guizos chocas e capotes
e mantilhas pretas
entram espadas chifres e derrotes
e alguns poetas
entram bravos cravos e dichotes
porque tudo o mais
são tretas.
Entram vacas depois dos forcados
que não pegam nada.
Soam brados e olés dos nabos
que não pagam nada
e só ficam os peões de brega
cuja profissão
não pega.
Com bandarilhas de esperança
afugentamos a fera
estamos na praça
da Primavera.
Nós vamos pegar o mundo
pelos cornos da desgraça
e fazermos da tristeza
graça.
Entram velhas doidas e turistas
entram excursões
entram benefícios e cronistas
entram aldrabões
entram marialvas e coristas
entram galifões
de crista.
Entram cavaleiros à garupa
do seu heroísmo
entra aquela música maluca
do passodoblismo
entra a aficionada e a caduca
mais o snobismo
e cismo...
Entram empresários moralistas
entram frustrações
entram antiquários e fadistas
e contradições
e entra muito dólar muita gente
que dá lucro aos milhões.
E diz o inteligente
que acabaram as canções.
Poema de José Carlos Ary dos Santos
Subscrever:
Mensagens (Atom)
