quinta-feira, 2 de julho de 2009

EH TOURO LINDO!


Fugiu-lhe a mão para a verdade. Deve ser uma investida às PMEs. Já agora oh lindo, como vais pagar ao Mexia o favor da compra do barracão da Quimonda Solar. É que a quimonda solar, para quem não sabe, é uma barraca inacabada e vazia. Quanto é que a EDP vai pagar pela barraca?

Publicada por O Zé

quarta-feira, 1 de julho de 2009

MANIFESTAÇÃO GRANDIOSA PARA DERROTAR O PS


No COMUNICADO DO MUP, de 8 de Junho, este movimento propôs a todos os movimentos independentes e sindicatos de professores a unidade na luta, organizando uma grandiosa Manifestação Nacional de Professores no dia 26 de Setembro.
Tendo em conta a data das eleições legislativas, entretanto marcada, o MUP renova a mesma proposta que se encontra aqui.
No entanto, para cumprir os quinze dias a que a lei obriga, em caso de eleições, propomos a data de 13 de Setembro, coincidindo com o início do ano lectivo e em vésperas das legislativas.
O MUP convida todas as outras classes profissionais, fortemente penalizadas por este governo PS, para que, no mesmo dia, se unam aos professores numa grandiosa manifestação que possa contrariar a Campanha à Obama que José Sócrates pretende fazer, no sentido de manter o poder a todo o custo.


JUNTOS, VAMOS CONSEGUIR!
MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!


Publicada por ILÍDIO TRINDADE

terça-feira, 30 de junho de 2009

PCP vai obrigar ministra a explicar no Parlamento avaliação para 2009/2010


O PCP anunciou hoje que vai utilizar um pedido de agendamento potestativo para obrigar a ministra da Educação a ir ao Parlamento prestar esclarecimentos sobre a avaliação dos professores, as alterações à carreira docente e o concurso de recrutamento.O anúncio foi feito hoje à tarde pelo deputado Miguel Tiago durante a reunião da Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, depois de a maioria socialista ter rejeitado um requerimento do próprio PCP a solicitar a presença de Maria de Lurdes Rodrigues. Toda a oposição tinha votado favoravelmente o requerimento dos comunistas.O presidente da Comissão, o socialista António José Seguro, lembrou que as comissões só podem funcionar depois de 10 de Julho para processo legislativo, um recado que o PCP remeteu para o Governo.O Ministério da Educação anunciou na semana passada que foi pedido um parecer ao Conselho Científico para a Avaliação dos Professores sobre se no próximo ciclo avaliativo deve ser adoptado o modelo original de avaliação ou o regime simplificado aplicado este ano lectivo."Significa igualmente a persistência no erro, uma vez que a única solução correcta seria a imediata suspensão do modelo de avaliação e a sua imediata alteração. Esta obstinação do Governo em impor e manter uma solução comprovadamente fracassada acarreta efeitos inaceitáveis para a vida dos professores portugueses", lê-se no requerimento do PCP entregue na semana passada.No mesmo documento, os deputados Miguel Tiago e João Oliveira sublinham "a mesma postura de intransigência" do Governo apontando ainda "problemas" ao nível do recrutamento de professores, no que toca à contratação de docentes de espanhol, que este ano tiveram um regime excepcional."Apesar dos avisos feitos pela comunidade académica de Letras, pelas associações e sindicatos de professores, e também pelo PCP, o Governo não alterou as regras que permitem a contratação de professores de espanhol sem habilitação profissional de espanhol", lembram os parlamentares comunistas.


In Público

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Eleições Sócrates traz magos da campanha 'online' de Obama...

EM DESESPERO...
Já em Maio tínhamos feito referência ao assunto.Obama não hostilizou os professores. E os professores cá estarão para recordar a José Sócrates que não há "magos" que lhe valham, porque os portugueses não são estúpidos!

Eleições Sócrates traz magos da campanha 'online' de Obama. O PS quer que os meios 'online' que criou para a próxima campanha eleitoral tenham no eleitorado um efeito próximo daquilo que tiveram as plataformas usadas por Barack Obama, nos EUA, e que o levaram a ser o ocupante da Casa Branca. Amanhã, traz a Lisboa dois responsáveis dessa equipa.O PS promove amanhã no Pavilhão de Portugal (Parque das Nações, Lisboa) uma conferência onde participam dois responsáveis pela campanha online de Barack Obama para a Presidência dos Estados Unidos: Ben Self e Dan Thain, da Blue State Digital, o primeiro fundador e o segundo consultor sénior de estratégia.A conferência será subordinada ao tema "Democracia interactiva: promover a participação dos cidadãos". No primeiro painel, intitulado "novos meios de participação", participarão Rui Gomes, director editorial do Sapo, Anabela Neves, jornalista da SIC responsável pelo site Parlamento Global, Paulo Querido, jornalista, e António Costa, director do Diário Económico.Os responsáveis da Blue State Digital, empresa que criou a plataforma online para angariação de fundos e criação de redes para a candidatura presidencial de Barack Obama, intervirão no segundo painel intitulado "democracia interactiva".O PS afirma pretender criar através do site www. socrates2009.pt uma plataforma online de interacção entre o PS e os cidadãos. Uma nota à imprensa diz que "já existe no site a parte dos grupos dedicados a temas como ambiente, cultura, empresas e emprego, energia, ciência e tecnologia, europa e mundo, defesa, segurança e justiça". "Como espaço de discussão contém ainda uma secção dedicada ao Fórum Público que já discutiram temas como as energias renováveis, o programa Novas Oportunidades, ciência e tecnologia e tem a decorrer neste momento um com o tema 'Medidas de apoio às empresas'."Os dados fornecidos pelo PS dizem que no socrates2009.pt o número de páginas visitadas ultrapassa as 600 mil. Quase 6500 pessoas estão registadas. O tempo médio de permanência de cada pessoa no site é de 4 minutos e 40 segundos.A Blue State Digital e o PS pretendem estabelecer formas de cooperação, nomeadamente na utilização das comunicações telemóveis com utilização da tecnologia "blue tooth" para mobilização para actos públicos.A empresa americana, por seu turno, está a tentar entrar em Portugal, através do PS, para, partindo daqui, aceder depois ao mercado brasileiro.Nos EUA, os novos media (Twitter, Facebook, etc.) foram fundamentais para Barack Obama conseguir vencer a campanha presidencial e, sobretudo, vencer Hillary Clinton nas primárias dos Democratas. Permitiram ao candidato não só articular, organizar e mobilizar as suas redes de apoiantes como, sobretudo, angariar milhões de dólares em fundos, que lhe permitiram manter a sua campanha a funcionar mesmo quando poucos lhe davam qualquer hipótese.A campanha de Obama foi a mais cara de sempre, mas a média dos donativos ficou-se pelos cem dólares/per capita, o que permite concluir que houve uma massificação dos apoios pecuniários à campanha - ou seja, conseguiu não ficar inteiramente dependente dos doadores habituais (empresários).Em Portugal, este uso de redes sociais não tem utilidade visto que os financiamentos privados continuam fortemente limitados (a lei que os aumentava foi vetada pelo Presidente da República e o Parlamento não a voltou a agendar nem isso acontecerá nesta legislatura). Partidos e candidatos em Portugal têm multiplicado o uso de sites, mas apenas, até à data, como plataformas declarativas e não interactivas.
In Diário de Notícias.

Publicada por ILÍDIO TRINDADE

sábado, 27 de junho de 2009

MLR há qutro anos e meio domesticar os professores...


Maria de Lurdes Rodrigues tomou posse da pasta da Educação há quatro anos e meio. Não sabia nada do que se passava nas escolas. Pouco sabia de Educação. Vocacionada para a engenharia social, pediu ao seu mentor João Freire que a ajudasse a construir um quadro teórico, conceptual e instrumental para dobrar a espinha aos professores, dividi-los, domesticá-los e empobrecê-los. Nascia assim o novo estatuto da carreira docente. José Sócrates aplaudiu e viu no novo ECD um instrumento para a redução da despesa pública. Como não sabia quase nada de Educação, pediu a Valter Lemos que conduzisse o barco que a levasse ao porto desejado da "construção estatística do sucesso escolar", da "escola-armazém" e do "professor-faz-tudo". Valter Lemos fez-lhe a vontade e, em quatro anos, redigiu mais despachos do que todos os secretários de estado da educação dos últimos quatro governos juntos, fazendo abater sobre as escolas um dilúvio de legislação com os preâmbulos e introduções mais "eduqueses" de que há memória. E para dobrar a espinha aos sindicatos, Maria de Lurdes Rodrigues foi buscar um conhecido sindicalista do PS: Jorge Pedreira. E o trio criou uma "revolução" nas escolas, varrendo com ela a liberdade de expressão, a autonomia pedagógica e a democracia escolar. Foram quatro anos e meio a tratar os professores como funcionários subalternos destituídos de autonomia técnica e as escolas como postos de venda de uma mercadoria a que eles deram o nome de "qualificação" e "certificação". Maria de Lurdes Rodrigues virou "CEO" de uma grande empresa com o nome de "sistema educativo" e a que alguns preferem chamar "unidades de gestão" e colocou os directores gerentes de balcão a responderem directamente aos directores regionais directores comerciais instalados nas DREs. E, com o objectivo de domesticar os gerentes de balcão, lançou sobre os inconformistas uma legião de inspectores que tudo controlam e tudo fiscalizam, espalhando o medo por onde quer que passem.


Publicada por Ramiro Marques

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Divisão da carreira docente "pode e vai" manter-se.

O Governo vai manter a divisão da carreira docente, afirmou ontem o secretário de Estado adjunto. As negociações devem continuar até ao fim de Julho, apesar de não se dever chegar a acordo com os sindicatos, admitiu.Foi com extrema naturalidade que ontem Jorge Pedreira - em conferência de Imprensa, no ME, para apresentar a primeira proposta "formal" da tutela sobre estrutura de carreira - admitiu não esperar chegar a acordo com os sindicatos, independentemente de prosseguir a revisão do Estatuto da Carreira Docente."O ministério entende que não pode, nem deve, sacrificar os princípios fundamentais do decreto-lei nº15/2007"(ECD), ou seja, o Governo não abdica da divisão da carreira, entre professores e titulares, mas considerou "que podia e devia proceder a alterações de melhoria das condições de progressão na carreira. A proposta beneficiará todos", garantiu.Assim, sublinhou, os docentes progredirão durante os três primeiros escalões ao fim de quatro (e não cinco anos) de serviço; no 5.º escalão ao fim de dois anos; e os docentes que no final do 6º reúnam as condições de progressão (tempo de serviço, classificação na prova de acesso à categoria de titular e se tenham submetido ao concurso) mas não consigam vaga possam permanecer no 7.º escalão mantendo em aberto a possibilidade de chegar a titular, durante seis anos, "sem penalizações". Os professores que tiverem mais do que uma classificação máxima (sujeitas a quotas), além de receberem um prémio de mérito, também beneficiarão de redução do tempo de serviço exigido no acesso a titular."É um esforço significativo do Governo", concluiu. Já o secretário-geral da Fenprof, que hoje se reúne com a tutela, classificou as medidas, ao JN, de "rebuçaditos". "Enquanto houver divisão da carreira não há nenhuma hipótese de aproximação, quanto mais de acordo", garantiu Mário Nogueira, insistindo que a redução da frequência no 5.º escalão só se deve por a diferença entre esse patamar e o 6.º rondar os 80 euros; "já para o 7º são cerca de 200 e por isso são seis anos".

In Jornal de Notícias.

quinta-feira, 25 de junho de 2009